terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Pedagogia do oprimido?

Este texto foi há muito postado no Mídia Sem Máscara. Ele é um esclarecimento sobre o pensamento do brasileiro cujo alto número de tietes "acadêmicas" é diretamente proporcional às burrices e loucuras que ele escreveu. Sei que é difícil saber quem é, pois há muitos assim aqui, mas ninguém supera Paulo Freire.

O autor do artigo é um talentoso desconhecido. Se alguém souber seu paradeiro, por favor me avise.

Por Marco Aurélio Antunes, estudante de filosofia da PUC/RS

Paulo Freire explica a sociedade basicamente a partir do confronto entre opressores e oprimidos. Segundo ele, a educação tradicional, ao não dar voz aos oprimidos, ajudava a perpetuar as injustiças sociais. A Pedagogia do Oprimido seria uma maneira de conscientizar as pessoas sobre a realidade social, com as suas contradições, como afirmam os seguidores de Paulo Freire. A educação não poderia ser desvinculada do seu principal objetivo, que, segundo Paulo Freire, é a construção de uma sociedade mais justa.

Na prática, a Pedagogia do Oprimido nada mais é do que um meio de doutrinação ideológica, em que os professores submetem os alunos ao terrorismo intelectual. O livro "Pedagogia do Oprimido", de Paulo Freire, é muito lido nas universidades, e exerce influência nociva sobre milhares de estudantes. Qualquer tentativa de refutar as teorias de Paulo Freire é silenciada pelos professores das faculdades de Educação, para quem "Pedagogia do Oprimido" é um livro sagrado e infalível... Examino aqui algumas bobagens escritas do livro "Pedagogia do Oprimido". Usei a edição de 1977, da Editora Paz e Terra, mas há muitas outras: o Brasil é solo fértil para a propagação de besteiras (entre os autores citados por Paulo Freire estão idiotas como Louis Althusser, Mao Tsé-tung, Lênin e Frantz Fanon).

Paulo Freire condena aqueles que "querem a reforma agrária não para libertar-se, mas para passar a ter terra e, com esta, tornar-se proprietários ou, mais precisamente, patrões de novos empregados." (pág. 34) Ele considera que a relação entre empregador e empregado é sempre conflitiva, que o lucro do empregador se deve à "exploração" do empregado. Mas a verdade é que se os beneficiados pela reforma agrária não tiverem espírito empreendedor, capitalista, não progredirão, serão sempre dependentes do governo, o que é a intenção dos políticos demagogos.

Paulo Freire tenta explicar tudo em termos de "opressor" e "oprimido": "Ao fazer-se opressora, a realidade implica na existência dos que oprimem e dos que são oprimidos."(pág.39) Mas Paulo Freire não diz quem são os opressores e quem são os oprimidos, não se preocupa em provar que existem opressores e oprimidos. Todas as pessoas se enquadram no esquema? Você, caro leitor, é opressor ou oprimido? Eu não me considero opressor nem oprimido. Se Freire estudasse sociólogos como Raymond Aron, teria mais cuidado ao teorizar sobre a realidade social. A noção de "classe" é confusa, não pode ser definida adequadamente, porque simplesmente não existem classes sociais. Só existem os indivíduos. "Classe social" é delírio de sociólogo esquerdista. Como definiríamos "classe social"? Pela propriedade dos meios de produção? Um pequeno agricultor pode ser proprietário de meios de produção, e um executivo de uma empresa multinacional pode não ser. Para que exista "classe social" não basta haver diferenças de renda; é preciso que as pessoas de um determinado grupo social se reconheçam como uma unidade, que tenham os mesmos propósitos. E se houvesse classes sociais, faltaria provar que elas estão em conflito, e que a luta entre elas levaria à tal "ditadura do proletariado". Os fatos históricos não permitem que aceitemos como verdadeiras as pretensiosas teorias de Paulo Freire e Karl Marx.
Na tentativa de justificar a violência revolucionária, Paulo Freire afirma: "Inauguram a violência os que oprimem, os que exploram, os que não se reconhecem nos outros; não os oprimidos, os explorados, os que não são reconhecidos pelos que os oprimem como outro" (pág. 45). Os revolucionários leninistas, por exemplo, perseguiram implacavelmente os seus adversários, e poderiam justificar os seus crimes dizendo que na verdade as vítimas eram "violentas", eram "opressoras"...
Freire critica o ensino tradicional: "Eis aí a a concepção `bancária' da educação, em que a única margem de ação que se oferece aos educandos é a de receberem os depósitos, guardá-los e arquivá-los." (pág. 66). Logo adiante, acrescenta: "Na visão `bancária' da educação, o `saber' é uma doação dos que se julgam sábios aos que julgam nada saber" (pág. 67). Não podemos negar a importância da participação do aluno nas aulas e da necessidade de haver diálogo. Mas eu percebo que o diálogo só é tolerado nas universidades quando as discussões ficam limitadas a questões de menor importância. Quando o professor nota que está sendo desmascarado, ele trata de silenciar rapidamente as vozes discordantes. É enorme o número de subintelectuais desonestos e ignorantes que deveriam ser retirados das universidades a pontapés.
Para certos professores, as aulas expositivas, em que o professor fala durante a maior parte do tempo, são um tipo de violência ao aluno, que não tem o seu "conhecimento" levado em consideração. Há professores que simplesmente não dão aulas: fazem com que os alunos apresentem trabalhos, mostram filmes, deixam os alunos fazendo bobagens no computador, enfim, envolvem-se com atividades inúteis, que não educam ninguém. As teorias de Paulo Freire são muito convenientes para os maus professores, que encontram nele uma justificativa para não dar aulas. Muitos professores pensam que os alunos não podem ser corrigidos, repreendidos, e o resultado é a queda da qualidade do ensino. Segundo eles, o fracasso dos alunos jamais pode ser atribuído aos próprios alunos. A culpa é do governo, da "sociedade injusta", dos métodos tradicionais de ensino... Na verdade, só há conhecimento com o esforço individual; o sucesso e o fracasso do aluno são de responsabilidade dele mesmo.
Paulo Freire prega o ódio de classes: "Pregam a harmonia das classes como se estas fossem aglomerados fortuitos de indivíduos que olhassem curiosos uma vitrina numa tarde de domingo" (pág. 168). Pregar a harmonia não é condenável; pelo contrário, quem precisa justificar as suas afirmações são aqueles que pregam o ódio. Paulo Freire não é um investigador honesto que quer saber como é a realidade; ele quer moldá-la segundo as suas taras ideológicas. Na página 168, Paulo Freire cita Karl Marx e um tal bispo Franic Split. O bispo afirma que "toda compra ou venda de trabalho é uma espécie de escravidão". E Marx escreve que "a luta de classes conduz à ditadura do proletariado"... Há um sistema econômico viável em que não exista compra e venda de trabalho? Se toda compra e venda de trabalho é escravidão, então os trabalhadores de países desenvolvidos, que recebem bons salários, são tão "escravos" quanto os miseráveis dos países atrasados? E a expressão "ditadura do proletariado" não deveria causar vergonha aos comunistas, depois de todos os crimes que as ditaduras comunistas cometeram no século XX?

Paulo Freire declara os seus verdadeiros objetivos com a maior cara-de-pau: "Como a entendemos, a `revolução cultural' é o máximo de conscientização possível que deve desenvolver o poder revolucionário, com o qual atinja a todos, não importa qual seja a sua tarefa a cumprir" (pág. 186). Fica evidente a intenção da tal "pedagogia do oprimido": doutrinação ideológica, para a imposição de uma ditadura comunista.

Paulo Freire afirmou o seguinte: "Estamos convencidos de que, para aferirmos se uma sociedade se desenvolve ou não, devemos ultrapassar os critérios que se fixam na análise de seus índices `per capita' de ingresso que, `estatisticados', não chegam sequer a expressar a verdade, bem como os que se centram no estudo de sua renda bruta. Parece-nos que o critério básico, primordial, está em sabermos se a sociedade é ou não um ser para si". Paulo Freire temia a comparação entre países capitalistas e comunistas. Menosprezava dados numéricos, que poderiam refutar as suas teorias. A Coréia do Sul é bem mais desenvolvida do que a Coréia do Norte, a Alemanha Ocidental era mais próspera do que a Alemanha Oriental: a comparação entre o desempenho das economias capitalistas e comunistas mostra a superioridade das primeiras sobre as segundas.

Na década dos 60, alguns intelectuais esquerdistas, como Jean-Paul Sartre e Maurice Dobb, previram que a União Soviética superaria os Estados Unidos, e que o futuro da humanidade seria o comunismo. O notável fracasso das economias planificadas mostrou que as previsões dos intelectuais esquerdistas eram ridículas. Paulo Freire poderia alegar que países miseráveis, como Albânia, Cuba, Coréia do Norte e Etiópia não foram destruídos pelo socialismo, que essas sociedades são um "ser para si"... A esdrúxula idéia de "ser para si" na verdade é uma abstração vazia, que nada significa.

Paulo Freire considerava um "ser para si" aquelas sociedades que não eram dependentes das potências que ele julgava imperialistas, que não se submetiam à tal "exploração"... Para Paulo Freire, a economia é um jogo de soma zero, em que o enriquecimento de um país é resultado da exploração dos mais pobres. É uma teoria completamente ridícula, só defendida por pessoas que ignoram as mais básicas noções de economia. A história econômica contemporânea desmente a "teoria da dependência" e outros delírios dos socialistas.

Na página 193, lê-se esta bobagem: "A liderança de Fidel Castro e de seus companheiros, na época chamados de `aventureiros irresponsáveis' por muita gente, liderança eminentemente dialógica, se identificou com as massas submetidas a uma brutal violência, a da ditadura de Batista." Paulo Freire elogia Fidel Castro, o maior ditador das Américas. Fidel seria uma "liderança eminentemente dialógica", tão dialógica que matou mais de dezessete mil pessoas e prendeu outras milhares pelo "crime" de não apoiarem o seu regime. Freire fala sobre a "brutal violência" de Batista, mas silencia sobre a violência de Fidel, que foi muito maior e manifestou-se desde os primeiros anos do seu governo. Paulo Freire escreveu: "Se as elites opressoras se fecundam, necrofilamente, no esmagamento dos oprimidos, a liderança revolucionária somente na comunhão com eles pode fecundar-se. Esta é a razão pela qual o quefazer opressor não pode ser humanista, enquanto o revolucionário necessariamente o é" (pág. 155).

Por que necessariamente o é? Quais são os fatos históricos que justificam essa afirmação? Paulo Freire gostava de teorizar no vazio, sem a mínima vontade de investigar fatos: "A liderança revolucionária, comprometida com as massas oprimidas, tem um compromisso com a liberdade." (pág. 197). Mas qual liderança revolucionária? Todas elas? Paulo Freire fala muito em revolução, mas apenas em abstrato. Nunca estuda as revoluções para saber se as suas teorias têm algum fundamento. Richard Pipes, historiador polonês radicado nos Estados Unidos, professor da Harvard University, escreveu livros importantes sobre o comunismo e a história da Revolução Russa. Eu assisti a uma palestra dele no Fórum da Liberdade de 2002. No seu livro "História concisa da Revolução Russa" (Editora Record, Rio de Janeiro, 1997), há o estudo de fatos que mostram que as teorias de Paulo Freire são abstrações tolas: "Comparada com a de 1913, a produção industrial em larga escala caiu cerca de 82%, em 1920. A de carvão, 73%; a de ferro, 97,6%; a de fio de algodão, 94,9%; a de petróleo, 57,3%. Medida em rublos e descontada a inflação, a produtividade do operário russo despencou, com perda de 74%. O número de trabalhadores industriais empregados decresceu 51%, entre 1918 e 1921.

Em suma, sob o comunismo de guerra, o `proletariado' russo foi reduzido à metade e desapareceram ¾ da produção industrial. (...) Nesse mesmo período de rápido desmonte da indústria, entre 1918 e 1921, os custos de manutenção da burocracia do Conselho Supremo da Economia expandiram-se quase 9500%. (...) Os trabalhadores também perderam todos os direitos conquistados sob o czarismo, incluindo os de eleger seus representantes sindicais e fazer greves. (...) A tabela a seguir indica a população da União Soviética, em milhões de habitantes, entre 1917 e 1922. Outono de 1917: a 47,6; início de 1920: 140,6; início de 1921: 136,8; início de 1922: 134,9. O decréscimo de 12,7 milhões foi conseqüência as mortes em combate e epidemias - aproximadamente dois milhões cada; emigração - cerca de dois milhões; e fome - mais de cinco milhões."

Se, como afirmou Paulo Freire, a liderança revolucionária é "comprometida com as massas" e tem "compromisso com a liberdade", como explicaríamos catástrofes como a Revolução Russa, a Revolução Chinesa, a Revolução Cubana e tantas outras que mataram milhares ou mesmo milhões de pessoas para implantar um regime muito pior do que aqueles contra os quais elas foram feitas?

Na página 199, Paulo Freire refere-se a ao relato que Che Guevara faz da sua luta em Serra Maestra: segundo o autor da "Pedagogia do Oprimido", no relato de Guevara "a humildade é uma nota constante". Logo adiante, Paulo Freire chega ao extremo do seu delírio ao santificar Guevara: "Veja-se como um líder como Guevara, que não subiu a Serra com Fidel e seus companheiros à maneira de um jovem frustrado em busca de aventuras, reconhece que a sua comunhão com o povo deixou de ser teoria para converter-se em parte definitiva de seu ser. Até no seu estilo inconfundível de narrar os momentos da sua e da experiência dos seus companheiros, de falar de seus encontros com os camponeses `leais e humildes', numa linguagem às vezes quase evangélica, este homem excepcional revelava uma profunda capacidade de amar e comunicar-se" (pág. 200). Che Guevara foi assassino, um indivíduo que não produziu bem algum à humanidade; pelo contrário, inspirou guerrilhas que mataram milhares de pessoas.

Se Guevara era "humilde" e "amoroso", por que afirmou que o revolucionário deve ser uma "fria e eficiente máquina de matar"? Paulo Freire escreveu: "A revolução é biófila, é criadora de vida, ainda que, para criá-la, seja obrigada a deter vidas que proíbem a vida." (pág. 201) Pergunto: qual revolução é "criadora de vida"? Paulo Freire não dá exemplos que justifiquem as suas teorias. Em que planeta existem revoluções "criadoras de vida"? Revoluções só geram opressão, miséria e genocídio. Como afirmou Thomas Carlyle, "revoluções são idealizadas por utópicos, realizadas por fanáticos e exploradas por patifes."

Para Paulo Freire, a cultura nada mais é do que confronto entre ideologias políticas: "A ação cultural, ou está a serviço da dominação - consciente ou inconscientemente por parte de seus agentes - ou está a serviço da libertação dos homens" (pág. 212). Politizar todas as esferas da vida é a ambição dos governos totalitários, que não aceitam limites para a expansão do seu próprio poder. A idéia que Paulo Freire tinha sobre a cultura era limitada e distorcida, típica do subintelectual que gosta de opinar sobre o que ignora. As grandes realizações culturais estão acima das futilidades da política.

Paulo Freire tenta justificar o papel dos líderes revolucionários, que guiariam o povo: "O povo, por sua vez, enquanto esmagado e oprimido, introjetando o opressor, não pode, sozinho, constituir a teoria de sua ação libertadora. Somente no encontro dele com a liderança revolucionária, na comunhão de ambos, na práxis de ambos, é que esta teoria se faz e se refaz" (pág. 217). O povo não se interessa por transformações radicais na sociedade. As revoluções foram feitas por gente suficientemente esperta para aproveitar a situação adequada à tomada do poder e dar a impressão de que o interesse do povo é que estava em jogo. Na verdade, os revolucionários só pensam em si próprios. A Revolução Russa, por exemplo, nada mais foi do que um golpe, como mostrou Richard Pipes.

Com Paulo Freire, a própria pedagogia é "oprimida", subordinada a fins alheios à sua natureza. Não existe "educação para a paz", "educação para o desenvolvimento" ou para qualquer outra coisa. A verdadeira educação é a educação tout court, sem adjetivos. O professor não deve determinar o que aluno deve fazer com o conhecimento recebido. O indivíduo livre faz o que quiser com os conhecimentos adquiridos, sem dar ouvidos a doutrinadores. A educação não tem como objetivo principal a transformação social. A educação é essencialmente a aquisição da autonomia pelo indivíduo, é um fim em si mesma, com a qual o indivíduo pode elevar-se, libertar-se: só quem é capaz de pensar por conta própria sabe o caminho a seguir; logo, só as pessoas educadas são livres.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

COM CERTEZA O BRASIL ESTÁ NAS GARRAS DOS GLOBALISTAS

Nunca estudei muito sobre os Illuminati, não li o livro do Makow (autor do site), mas eles existiram. Se alguém não crê que eles existem, provem sua dissolução. O governo mundial se consolida mais a cada dia, e é este o grande objetivo dos antigos Illuminati. Mesmo com muitas lacunas e teorias conspiratórias sobre esse grupo, a lucidez desse artigo é indubitável. Ele mostra que até os estrangeiros sabem o que está acontecendo por aqui e o povo, confiante nos Jornais Nacionais, continua fazendo o papel de idiotas úteis até o dia em que verão os poucos bons mortos ou atrás das grades. Será o dia em que evoluirão ao estado de medrosos úteis. (Nota do tradutor)

Por Marcos, em São Paulo

A situação no Brasil é tão ruim quanto na Rússia. O presidente Lula da Silva é parte de um partido comunista que está levando o Brasil para os braços da Nova Ordem Mundial.

O Partido dos Trabalhadores é um membro do Foro de São Paulo, uma associação de grupos comunistas, incluindo organizações terroristas como as FARC, da Colômbia. O principal objetivo dessa associação é fazer a revolução marxista na América do Sul por meio do que é chamado Movimento Bolivariano, de Simon Bolívar, figura histórica que desejava que a América hispânica fosse unificada. Sua principal inspiração é Fidel Castro. Os comunistas já tomaram conta da maioria das universidades, jornais e meios de comunicação social, seguindo os ensinamentos de Gramsci e Marcuse. Há uma onda politicamente correta, “direitos gays” e todos os tipos de bandeiras da agenda esquerdista.

Lula traiu seu próprio país por diversas vezes: ele cedeu grande parte da energia de Itaipu para o Paraguai comunista, ele está perdoando as dívidas da Bolívia e dado muito apoio à Venezuela. Ele também criou uma enorme reserva indígena na fronteira com a Venezuela, uma terra de ninguém, que está aberta a qualquer tipo de incursão e é uma ameaça à soberania brasileira, pois ela faz fronteira com a Venezuela. É mais um país supranacional.

Os narco-terroristas das FARC têm livre acesso ao Brasil e têm entregado drogas e armas pesadas para os traficantes de drogas, especialmente no Rio de Janeiro. 50.000 brasileiros morrem todos os anos em assassinatos ligados ao tráfico de drogas, mas Lula não toca nos traficantes por causa dos acordos (não tão) secretos com as FARC. O governo Lula também é terrivelmente corrupto, não se contentando aos níveis de corrupção dos governos anteriores, mas sim movimentando bilhões de dólares.

A Rainha Elizabeth e o Duque de York concederam o Prêmio Chatham House a Lula por ter trazido a paz para o continente! Sim, o homem apóia os traficantes de drogas, os terroristas e uma revolução marxista no continente e é considerado como um homem de paz!

Chatham House é um conhecido Think Tank Illuminati. Lula agora é o bobo da corte oficial.

http://www.chathamhouse.org.uk/events/special_events/chatham_house_prize/2009/

Lula também receberá em Copenhague a proposta de redução de CO2 mais ousada do mundo: 40% até 2020. Não há aqui absolutamente nenhum debate sobre isso. Sequer alguém aqui sabe que centenas de cientistas se opuseram às mentiras de Al Gore. Esta política vai arruinar a nossa economia. Estado de São Paulo já aprovou uma lei para reduzir de 20% das emissões de CO2.

Eu acredito firmemente que Lula foi comprada pela NWO. Os Illuminatis provavelmente disseram a Lula que o Brasil passará a ser considerado um país de alto nível. Eles deram ao Brasil os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo. Isso é uma loucura, considerando o nível de violência no Rio de Janeiro. Eles provavelmente vão incluir o Brasil no G10, de onde Lula vai parecer ainda mais importante para os tolos daqui, enquanto ele faz tudo o que quer fazer.

Alguém tem que entender que o Brasil tem um complexo de inferioridade muito profundo. Estar entre os grandes países é uma grande vitória, mesmo que esses países um dia estejam sob o controle dos Illuminatis. O jogo político aqui acabou: não há oposição real e o principal concorrente para a próxima eleição, José Serra, também é um esquerdista.


Tradução: Rafael Resende Stival, do Blog Salmo 12.

Fonte: http://www.henrymakow.com/brazil_also_in_illuminati_camp.html


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Preparem-se para um anticristo islâmico, adverte um livro recém-lançado

Depois de décadas lendo livros escatológicos populares e até mesmo best-sellers de ficção, como a série "Deixados Para Trás", milhões de cristãos evangélicos em todo o mundo temem o dia em que uma figura bestial conhecida como o Anticristo surgirá como um ditador político e religioso mundial.

A maioria espera que ele venha de um Império Romano redivivo, que muitos presumem estar associado à Igreja Católica Romana e à União Européia.

Não é bem assim, afirma um novo e controverso livro que defende ser o anticristo bíblico o mesmo Mahdi do Corão muçulmano.

Conheça “O Anticristo Islâmico,” um livro que quase certamente será recebido no mundo muçulmano com o mesmo entusiasmo de “Os Versos Satânicos”, de Salman Rushdie. O autor, Joel Richardson, está preparado. Ele escreveu o livro sob um pseudônimo para proteger a si e a sua família.

“A Bíblia está repleta de provas de que o império do Anticristo será composto apenas das nações que hoje são islâmicas,” disse Richardson. “Apesar dos vários argumentos a favor do surgimento de um revigorado Império Romano na Europa como base de poder do Anticristo, as nações específicas que a Bíblia identifica como sendo do seu império são hoje todas muçulmanas”.

Richardson acredita que o erro fundamental de muitos estudiosos da escatologia envolve a interpretação errada de uma profecia de Daniel ao rei babilônico Nabucodonosor. Daniel descreve a ascensão e queda de impérios do futuro, até o fim dos tempos. Os cristãos ocidentais têm visto um desses impérios como Roma, quando, afirma Richardson, Roma nunca realmente conquistou a Babilônia e foi desclassificada assim como uma possibilidade.

É necessário que seja um outro império, “que era e já não é, e que tornará a vir (Ap 17.3)” que levaria ao domínio do "homem de pecado", descrito na Bíblia. Esse império, diz ele, é o Império Islâmico, que conquistou a Babilônia e, na verdade, exerce domínio sobre ela até hoje.

Hoje (03/08/2009), primeiro dia do lançamento do livro, ele alcançou o primeiro lugar em duas categorias de religião no Amazon, e é o 465° livro mais vendido no mundo. E você pode obtê-lo autografado pelo autor, sem qualquer custo adicional, na Loja do World Net Daily (em inglês).

Muitos cristãos evangélicos acreditam que a Bíblia prediz um governante carismático, o Anticristo, surgirá nos últimos dias, antes da volta de Jesus. O Corão também acredita que um homem, chamado “O Mahdi”, se levantará para conduzir as nações, prometendo inaugurar uma era de paz. Richardson defende que estes dois homens são na verdade um só.

Em "O Anticristo Islâmico", Richardson, um estudante do Islã, expõe aos cristãos ocidentais as tradições muçulmanas. Ele diz que a maioria dos cristãos não têm idéia das semelhanças impressionantes entre o Anticristo bíblico e o "Jesus islâmico."

Richardson é o co-autor com Walid Shoebat de "A Guerra de Deus Contra o Terror: O Islã, a Profecia e a Bíblia" (God's War on Terror: Islam, Prophecy and the Bible) e co-editor de "Porque Deixamos o Islã: Ex-Muçulmanos Revelam" (Why We Left Islam: Former Muslims Speak Out). "O Anticristo Islâmico" é publicado pela WND Books e está disponível autografado no Superstore WND.

Entre os capítulos do livro há "A Escatologia Islâmica", "Os Textos Sagrados Do Islã", "Comparando o Anticristo Bíblico e o Mahdi", "A Natureza Sombria Das Revelações De Mohamed", "Como Devemos Responder", E "Preparando-Se Para O Martírio." O livro tem 320 páginas.

N. do T.: Se alguém quiser comprar os direitos do livro ou quiser avisar alguém que queira comprar para publicar aqui no Brasil, por favor, me indique como tradutor.

Fontes:

http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=105906

http://superstore.wnd.com/store/item.asp?ITEM_ID=3120

Tradução: Rafael Resende Stival, do Blog Salmo12

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O Poder Do Pensamento Negativo

Por Jeffrey Nyquist


A palavra mágica é “não”. Apesar do que tu possas ter ouvido, o poder da palavra “não” excede o do “sim”. A palavra “não” tem mais utilidade, evita problemas repentinos e protege contra os ferimentos graves e a morte. Quando uma criança está prestes a enfiar um garfo em uma tomada de luz, a palavra “não” salva a criança da eletrocução. Quando aquele ousado famoso diz que ele pode saltar do Grand Canyon em uma motocicleta a reação apropriada é: “Não, tu não deverias fazê-lo.” O poder do pensamento negativo está em consonância com sobriedade e comportamento respeitável. Tu queres ser um viciado em drogas? “Apenas digas não.”
1 Se tu não queres mais impostos, votes “não” em quase todas as propostas. E se tu não queres o socialismo, seu lema é: “Não, não podemos!”

Eu devia escrever um livro sobre o poder do pensamento negativo. O 1º Capítulo deveria se intitular “As Conseqüências Nefastas do Sim. Faça a si mesmo uma pergunta simples: seria um “homem-sim” nobre? Tu gostarias de viver sem discernimento ou julgamento? É certo ser cômodo com todos? A nossa sociedade permissiva está toda fundamentada sobre o “sim”, de tal modo que o sim se tornou assombroso. A abertura das comportas do sim deformou a nossa sociedade. No delicado equilíbrio entre o sim e o não, nós nos inclinamos demais na direção do “sim” e estamos nos tornando uma nação de neuróticos e esquisitões. O homem é limitado e frágil. Ele não é onissapiente nem onipotente. Na verdade, todos nós precisamos ser lembrados de nossas limitações. Pense nos prejuízos causados quando dizemos “sim” para os nossos apetites, nossas fantasias e nossos impulsos momentâneos. Se tu tens mais de 200 quilos é porque tu dizes sempre “sim”, quando deverias dizer “não.” Se o teu cartão de crédito está estourado, é porque tu vives em um mundo de “sim” enquanto teu mundo deveria se firmar no “não.

O 2º Capítulo deveria ser intitulado, “Cale a Boca e Fique Quieto.” Cada tolo tem uma opinião sem conhecimento, um impulso sem plano, uma vontade de mergulhar de cabeça em sabe-se-lá-o-quê. A primeira lição da disciplina é para ficar quieto e pensar; mostrar domínio próprio. A impulsividade é a essência da vida auto-destrutiva baseada no “sim”. Sigas tu todos teus impulsos e não irás longe. Contenha-te a ti mesmo e poderás salvar-se. E quem na terra tem a capacidade de te parar? O fato é: tu és o único que tens o poder de parar a ti mesmo. Então cale a boca e fique quieto.

O 3º Capítulo deveria ser intitulado como “A Virtude da Culpa.” Se tu não fizeste nada de ruim nas últimas semanas ou meses, considera o que tu tens agora em mente. Tu és mau por natureza, logo, és culpado por natureza. Portanto, é certo sentir-se culpado. Não se deixe fora do gancho. Não seja desleixado e fraco. Esvazie-se e comece novamente. A culpa é aquele arrimo colocado suas costas que foi feito para melhorar a sua vida. A culpa é desagradável? Deveria ser, e é melhor que seja. Sinta-se amiúde culpado e terás abundância de arrependimentos. Pessoas que não se arrependem são perigosas. Elas vão te trapacear e te tragar.

O Capítulo 4 deveria ser intitulado “Tu Não És Tão Especial.” Há duas gerações estamos a dizer às crianças que elas são especiais. Por isso temos hoje uma geração emergente de adultos deprimidos que precisam de constante auto-afirmação. Esse indivíduo exigente, impertinente e autoritário é um neurótico fraco e emocionalmente instável que se apega ao falso otimismo porque a verdade e a realidade são muito assustadoras e difíceis. É preciso perguntar: O que faz todos esses “especiais” de pessoas tão especiais? Não há nada especial em um bebê chorão narcisista, e não há quem goste de auto-piedade, lamúrias ou choramingas.

O 5º Capítulo deverá se chamar “Como o Medo e a Preocupação Podem Salvá-lo.” Exatamente! O medo é bom, pois existem pessoas más e nações temerárias cujos líderes querem contaminá-lo com o antraz. O medo é fundamental para a sobrevivência. Aqueles que não temem nada, não duram muito neste mundo. Quanto à preocupação, o preocupado mostra uma atitude caridosa. Se tu realmente te importas, então tu não podes deixar de te preocupares. Aqueles que não se importam com nada são os que jamais se preocupam. Por eles não terem nada com o que se preocupar, eles são independentes e emocionalmente separados dos interesses de toda a raça humana. Se alguém lhe diz para parar de se preocupar e começar a viver no presente, lembre-o que viver no presente é para crianças e animais. Isso não é para adultos.

O Capítulo 6 deveria ser intitulado “Por Que o Sofrimento é Bom.” A resposta é simples: o conforto debilita, enquanto o sofrimento endurece e fortalece. Como um famoso guru do fitness disse certa vez: “Sem dor não há benefício.” Aqueles que sempre estão bem nunca aprendem nem crescem. A melhor educação toma lugar no desânimo do fracasso. Se um homem vive todo o tempo sem falha, ele não pode ser chamado de “afortunado”; pois ele não aprendeu lição da vida real, que é a perda. Quanto mais vivemos, mais perdemos. Com o avanço tempo, nós perdemos a nossa juventude, a nossa saúde e, eventualmente, as nossas vidas. O culto do “ganhar” e da “fuga do sofrimento” é artificial e dá garantias de uma atitude desajustada.

O 7° Capítulo seria “Saiba o Quão Idiota Tu Realmente És.” O antigo ditado “Conhece-te a ti mesmo” é a essência destilada da filosofia. E conhecer a si mesmo é saber que a idiotice é um poço sem fundo. É insondável e sem limite. Não há estupidez que não possa te iludir, não há loucura que não possa te enganar. Como o famoso ditado de Dirty Harry, “um homem tem que saber suas limitações.” Quanto mais tu te achas sábio a ti mesmo, mais parece que estás a se aproximar de algum objeto duro prestes a golpeá-lo no alto da cabeça.

Este é o meu conselho a todos: O poder do pensamento negativo é o poder real. E lembrem-se, a palavra mágica é “não”.




1 – “Just say no”, título da campanha anti-drogas do governo Reagan.

Tradução: Rafael Resende Stival, do blog Salmo 12

Fonte: http://www.financialsense.com/stormwatch/geo/pastanalysis/2009/0731.html

Esta tradução foi publicada no Mídia Sem Máscara: http://www.midiasemmascara.org/artigos/conservadorismo/10538-o-poder-do-pensamento-negativo.html

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

PLC 122

Recebi um e-mail que transformei em postagem:

Olá, pessoal.

Por favor, leiam tudo:

Decidi repassar este e-mail porque ele é bastante oportuno e o seu tema gravíssimo, de conquências nefastas não apenas para a liberdade religiosa mas também para a liberdade de expressão em nosso país. Se for aprovado o PLC 122/2006 estaremos institucionalizando em nosso país o sistema de castas e todos aqueles que não forem classificados como homossexuais serão os párias. Vá a página do Senado Federal indicada pelo irmão Jorge abaixo e vote NÃO. Perceba que até o texto de divulgação da enquete já é tendencioso, rotulando de antemão os divergentes como intolerantes e preconceituosos. Caso você não esteja certo de qual postura adotar ou se acha que estamos fazendo tempestade em copo d'água, leia o texto do Olavo de Carvalho aqui http://www.olavodecarvalho.org/semana/070604dc.html e assista ao vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=7vvdpiQDQLI&feature=player_embedded ou http://www.internautascristaos.com.br/index.php/forum/3-defesa-da-fe/1072-igreja-crista-x-movimento-gayzista.html#1074) (por incrível que pareça você deve ser registrado no Youtube - vejam o poder do movimento gayzista! - mas para assistir a outros vídeos, alguns bastante ofensivos à consciência de grande parte das pessoas, não).

Parte 1 do vídeo:



Parte 2:



Osmar Neves (com adaptações)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Um mundo sem escolas públicas

Por Sam Blumenfeld


Como membro da Separation of School and State Alliance (Alliança Pela Separação entre Escola e Estado), que defende a revogação das leis de comparecimento obrigatório à escola e do financiamento público da educação, às vezes me pergunto como a América seria se as leis de freqüência obrigatória fossem abolidas e o governo saísse do negócio e do ensino.


Minha resposta é que nós provavelmente poderíamos nos tornar a nação mais educada do mundo. Por quê? Porque quando você está no controle de sua própria educação, você dar o melhor de si e, nesses tempos de alta tecnologia e recursos infindáveis, o que há de melhor está disponível para quem quer se atente a ele.


Vamos encarar o problema. As escolas públicas usam os livros didáticos mais maçantes para ensinar o que as crianças já enfadadas não se importam em saber. Na verdade, a maioria das escolas públicas nem sequer ensinam as crianças a ler satisfatoriamente. Eles usam métodos de ensino que criam uma leitura deficiente. Agora, se você estiver encarregado de ensinar seus filhos a ler, você usaria um método de alfabetização que produziria uma leitura deficiente? Claro que não. Você iria procurar um programa que produziria o sucesso na aprendizagem. Tais programas existem, não obstante o fato de muitas escolas públicas se recusarem a usá-los.


Nós tendemos a esquecer que os pais dos Founding Fathers (Fundadores da nação norte-americana) não eram obrigados a enviar seus filhos às escolas públicas do Rei George (monarca inglês). Havia total liberdade de ensino nas colônias, e é por isso que foi possível obter a melhor educação disponível - seja em casa ou em uma academia de propriedade de um indivíduo cujo trabalho era oferecer a melhor educação possível. E naquela época se entendia bem o que realmente significava educação. Primeiramente, é necessária uma base na Bíblia e a aprendizagem das línguas em que a Sagrada Escritura e a literatura teológica estavam escritas: latim, grego e hebraico. Significava o desenvolvimento das faculdades intelectuais, a capacidade de ler e de usar a linguagem. Entendia-se que o domínio da linguagem, que é a ferramenta básica do pensamento, seria a chave para o desenvolvimento intelectual.


Nas escolas públicas de hoje, os cérebros das crianças são embrutecidos pela utilização de métodos de ensino que parecem mais uma lobotomia pré-frontal não-cirúrgica. Crianças brilhantes e inteligentes são deliberadamente transformadas em idiotas mediantes métodos de ensinos calculados para fazer exatamente isto. Sabemos que as crianças são, por natureza, inteligentes, pois elas começam a aprender a sua língua materna pouco após o nascimento. Até o momento que elas estão prontas para ir à escola, elas dominam um vocabulário de milhares de palavras. Fazem tudo isso por si só, ouvindo e imitando as pessoas à sua volta, sem a ajuda de professores e escolas certificados pelo governo.


Todas as crianças, salvo aquelas com graves deficiências, nascem com uma faculdade natural de linguagem. Todas as crianças são, portanto, dínamos da aprendizagem de línguas, e a Bíblia nos diz por quê. Deus nos deu o poder da fala, porque Ele queria se comunicar com aqueles que Ele tinha criado. Na verdade, a função primordial da linguagem foi a de permitir ao homem conhecer a Deus. Em outras palavras, o conhecimento de Deus foi o primeiro passo na educação de Adão. A segunda função da linguagem era permitir a Adão conhecer o mundo. É o que a Bíblia diz em Gênesis 2:19:


“Da terra formou, pois, o Senhor Deus todos os animais, o campo e todas as aves do céu, e os trouxe ao homem, para ver como lhes chamaria; e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o seu nome.”


Em outras palavras, Deus fez de Adão um observador do mundo natural à sua volta, um cientista e um lexicógrafo – um expansor da linguagem e um fabricante de dicionários. Então Deus deu Eva a Adão. A Bíblia diz: “Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.” Portanto, a linguagem agora deveria ser utilizada para conhecer aos outros, explorar, descobrir, cultivar, conservar e conquistar. E, finalmente, Adão usou a linguagem para conhecer a si mesmo, porque a linguagem é a ferramenta do pensamento, e usamo-la para o nosso diálogo interior, na solidão do nosso ser.


Educadores de verdade, com conhecimento bíblico avançado, sempre souberam que o desenvolvimento da linguagem e o seu uso são o propósito inicial da educação. Em Deuteronômio nós aprendemos as funções religiosas e sociais da educação: conhecer a Deus e transmitir às gerações futuras esse conhecimento, esse amor, essa admoestação. A língua é o que media a transmissão cultural e religiosa. A Bíblia, passada de geração a geração, é um testemunho do valor eterno da Palavra de Deus. Um sistema de ensino que nega esta verdade patente não pode ser aceito por um povo temente a Deus.


Lemos no Evangelho de João: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." Assim, a palavra é a chave para tudo o que é de grande importância em nossas vidas. Mas a freqüência escolar obrigatória destruiu este conhecimento fundamental e esta apreciação. Você não pode sequer mencionar a palavra de Deus em uma escola pública. Se tivéssemos a liberdade de ensino, a Palavra de Deus poderia mais uma vez se tornar o centro da vida do povo americano.


Não há dúvida de que nos tornaríamos as pessoas mais educadas do mundo, porque deveríamos saber o que realmente é a educação e escolher os melhores meios para alcançá-la. Deveríamos reconhecer a nossa dependência de Deus para a sabedoria suprema. Deveríamos orientar as mentes de nossas crianças para que este mundo dado por Deus de incrível beleza, variedades e mistérios esteja aberto às suas curiosidades e interesses.


As escolas públicas de hoje privam as crianças do seu direito de ser aquilo que Deus as fez para ser. Esse é o pecado deles. Charlotte Iserbyt, em sua magnum opus, The Deliberate Dumbing Down of America, prova através de documentação exaustiva que os educadores seculares estão utilizando técnicas de adestramento animal desenvolvidas por cientistas comportamentais, as quais transformam as crianças americanas em estúpidos robôs, que respondem por reflexos a estímulos apresentados por uma autoridade imposta e atéia. As crianças estão sendo condicionadas a responder através de uma coerção, do mesmo modo previsto pelos seus treinadores. Assim como os animais treinados, elas não podem ter domínio sobre qualquer coisa.


Educação não é a mesma coisa que treinamento. Os animais podem ser treinados. Mas não podem ser educados.


O atual sistema de educação reduz o homem ao estado de animal para que lhe seja negado o conhecimento de que ele foi feito à imagem de Deus. Quando os seres humanos, especialmente as crianças, são treinados como animais, eles estão sendo negado o que é verdadeiramente humano sobre eles: sua capacidade de usar suas mentes independentemente de qualquer treinador. É crime privar as crianças de suas qualidades e capacidades humanas. Mas é isso que está sendo feito em nome da School-to-work (Educação profissionalizante), Outcome Based Education (Educação baseada em resultados) e outros programas mais.

Agora, nossas escolas ensinam às crianças a educação para a morte, para o suicídio, para o sexo e para as drogas. Charlotte Iserbyt observou que tudo o que é ensinado antecedido da palavra "educação" não é realmente educação. Você não chama a leitura de educação para a leitura. Você não chama a aritmética de educação para a matemática. Você não chama a ortografia de educação ortográfica. Em outras palavras, o que eles estão realmente ensinando é morte, suicídio, sexo e drogas. Ao adicionar a palavra educação para estes assuntos, os educadores enganam os pais fazendo-os pensar que o que as escolas estão fazendo não é subversivo à saúde e ao bem-estar de seus filhos, mas sim algo benéfico. Entretanto, sabemos que não é.


Até quando os americanos vão permitir que seus filhos sejam privados de seus mais preciosos valores humanos? Os Homeschoolers já não permitem, porém, elas representam um percentual muito pequeno de famílias na América. Mas seus números estão crescendo. Pouco a pouco, a palavra está sendo proferida.


Graças a Deus por isso!


Tradução: Mirna Santos Stival

Revisão: Rafael Resende Stival


Postado no Blog Salmo 12


Fonte: Homeschool World

Link: http://www.home-school.com/Articles/phs36-samblumenfeld.html

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Um intelectual pelo direito de ser e ter família

O depoimento que se segue é do professor Luiz Carlos Faria da Silva, da Universidade de Maringá. Ele foi proferido na audiência pública da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, ao tratar sobre o projeto de lei 3.518/2008, que legaliza o homeschooling. Certamente há menos de uma dezena de intelectuais como esse nas porcas universidades brasileiras. É raro encontrarmos em um só homem a experiência com a escola em casa e a sabedoria de um grande educador.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Um chamado ao fascínio - Paul Washer

O grande missionário e pregador que está sendo usado pelo Criador para gerar um avivamento no Brasil e em outras nações, Paul Washer, fala um pouco sobre a natureza divina. Pensem na Sua infinitude, na Sua eternidade e na Sua onipotência.

Não deixem de assistir a Pregação Chocante (http://www.youtube.com/watch?v=N5lw809gB94), do mesmo pregador.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

O que brevemente acontecerá com a igreja brasileira se não houver um milagre:

Outro trecho do livro Torturado por amor de Cristo, de Richard Wurmbrand (por favor, não deixem de lê-lo):


"Desde que os comunistas assumiram o poder, cui­dadosa e astutamente para os seus propósitos têm se­duzido a Igreja. A linguagem do amor e a da sedução não diferem. Quem deseja uma jovem para ser sua es­posa e quem a deseja por apenas uma noite, para depois a desprezar, ambos dizem 'eu te amo'. Jesus ensinou-nos a distinguir a linguagem da sedução da do amor, bem como a distinguir entre os lobos vestidos de ove­lhas e as ovelhas de verdade.

Quando os comunistas assumiram o poder, milhares de padres, pastores e ministros não sabiam como dis­tinguir as duas vozes.

Os comunistas organizaram um Congresso de todos os grupos cristãos no edifício do nosso Parlamento. Ali estavam quatro mil padres, pastores e ministros de todas as denominações. Esses quatro mil padres e pas­tores escolheram Joseph Stalin como presidente hono­rário do Congresso. Ao mesmo tempo era presidente do Movimento Mundial dos Ateus e assassinos dos cristãos. Um após outro, bispos e pastores se levantou no nosso Parlamento e declararam que Comunismo e Cristianis­mo são fundamentalmente a mesma coisa e podiam muito bem coexistir. Um após outro, os ministros ali presentes pronunciaram palavras laudatórias ao Comu­nismo e asseguraram ao novo governo a lealdade da Igreja.

Minha esposa e eu estávamos presentes. Ela, sen­tada junto a mim, dizia-me: 'Richard, levanta-te e lava esta vergonha que estão atirando à face de Cristo! Eles estão cuspindo no Seu rosto'. Respondi-lhe: 'Se eu assim proceder, você perderá seu marido'. Ela atalhou: 'Não quero ter um marido covarde'.

Então me levantei e falei ao Congresso, exaltando não aos matadores de cristãos, mas a Cristo e Deus, e afirmei que nossa lealdade é devida em primeiro lugar ao Senhor. Os discursos nesse Congresso estavam sendo irradiados; por todo o país se ouvia a proclamação do Evangelho, feita da tribuna do Parlamento comunista! Depois tive de pagar por isto, mas valeu a pena!

Ortodoxos e protestantes disputavam entre si a en­trega de cada um ao Comunismo. Um bispo ortodoxo colocou em sua batina a foice e o martelo, pedindo aos seus subalternos que não mais o chamassem de 'Sua Graça', mas de 'Camarada Bispo'. Assisti ao Congres­so dos batistas na cidade de Resita — congresso sob a bandeira vermelha — que o hino da União Soviética foi entoado por todos os presentes de pé. O presidente dos batistas afirmou que Stalin o que fez foi realizar a vontade de Deus e também o elogiou como um grande professor de Bíblia! Padres ortodoxos como Patrascoiu e Rosianou foram mais específicos. Tornaram-se agentes da Policia Secreta. Rapp, bispo representante da Igreja Luterana da Romênia, começou a ensinar no Seminá­rio Teológico que Deus deu três revelações: uma por Moisés, outra através de Jesus e a terceira através de Stalin, esta última superando a anterior.

Deve ficar entendido que os verdadeiros batistas, aos quais muito amo, não concordaram com isso e perma­neceram fiéis a Cristo, pelo que muito sofreram. En­tretanto, os comunistas 'elegeram' seus líderes e eles não tiveram outra alternativa senão aceitá-los. A mes­ma situação continua hoje com a mais alta liderança religiosa.

Aqueles que se tornaram servos do Comunismo, em lugar de servos de Cristo, começaram a denunciar os irmãos que os não acompanhavam."

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Erodindo as eras

Por Tas Walker


Este artigo demonstra como James Hutton, o geólogo considerado o pai do uniformitarianismo e “avô” do evolucionismo, ou o “João Batista” de Darwin, baseou-se em uma mera presunção para criar o seu modelo de gênese das estruturas geológicas. Mesmo assim, ele está para a Geologia moderna como Newton está para a Física. (Nota do tradutor)

Foi James Hutton, o médico escocês que virou geólogo, que em 1785 sugeriu ser a Terra era extremamente velha. Sua famosa afirmação de que não havia "nenhum vestígio de um começo, nenhuma perspectiva de um fim" preparou o caminho para a teoria da evolução de Darwin. 1 A maioria dos geólogos modernos considera sensata a perspectiva de Hutton. Os cientistas evolucionistas geralmente concordam que os continentes se formaram há pelo menos 2,5 bilhões de anos atrás. 2 A idade divulgada para algumas partes da Austrália é de mais de 3 bilhões de anos. Grande parte do resto do continente é datada como tendo entre 3,0 e 0,6 bilhões anos de idade. 3 Uma história semelhante é contada para outros continentes: a idade das seus embasamentos cristalinos (rochas metamórficas e ígneas) está na escala de bilhões de anos.
Essas idéias se revelam totalmente inconvincentes se submetidas a uma análise mais atenta. É patente que há muitos processos geológicos que indicam que os continentes não são tão velhos quanto dizem os evolucionistas. 4 Um dos problemas para essa idade tão grande é a erosão. Os continentes não podem ter bilhões de anos, pois eles já deviam ter sido erodido há muito tempo. Não sobraria nada.

Mensurando erosões

A água é a principal culpada pela dissolução dos sais minerais, do solos friáveis e das rochas do terreno e os transporta para o oceano. Dia após dia, ano após ano, como uma procissão interminável de trens de cargas, os rios de todo o mundo carreiam toneladas de rocha decomposta em todos os continentes e os despejam no oceano. Se compararmos, o material retirado pelos ventos, pelas geleiras e pelas ondas litorâneas é mínimo.
Sempre que chove a água pode começar a erodir. Ela coleta esse material em regiões chamadas bacias de drenagem, áreas facilmente identificados em um mapa topográfico. Por amostragem, na foz do rio, podemos medir o volume de água proveniente da bacia e a quantidade de sedimentos que ela carrega. É difícil ser exato, porque alguns sedimentos são arrastados ou empurrados ao longo do fundo do rio. O “Material de leito”, como é chamado, não é facilmente observável. Às vezes, variáveis arbitrárias são incluídas nos cálculos por causa disso.
Outro problema é como lidar com eventos catastróficos raros. Embora estes possam ser responsáveis pelo transporte de grandes quantidades de sedimentos em um tempo muito curto, eles são quase impossíveis de se medir. Tanto o material de leito quanto as catástrofes, transportam mais sedimentos do que pode ser mensurado diretamente.
No entanto, sedimentologistas têm pesquisado muitos rios de todo o mundo e calcularam o quão rápido a terra está desaparecendo. As medições mostram que alguns rios estão escavando suas bacias de drenagem numa taxa de 1 metro de altitude a cada 1.000 anos, enquanto outros escavam apenas 1 mm a cada 1.000 anos. A redução da altitude média para todos os continentes do mundo é de cerca de 60 mm a cada 1.000 anos, o que equivale a cerca de 24 bilhões de toneladas de sedimento por ano (Tabela 1). 5 É muita adubação de cobertura!

Continentes que desaparecem

Na escala de um período de vida humana, essas taxas de erosão são baixas. Mas para aqueles que dizem que os continentes têm bilhões de anos de idade, as taxas são excessivas. Um total de 150 quilômetros teria sido corroído dos continentes em 2,5 bilhões de anos. Isso desafia o senso comum. Se a erosão vinha acontecendo há bilhões de anos, os continentes sequer permaneceriam na Terra.

Este problema tem sido destacado por vários geólogos que calcularam que a América do Norte deveria ter sido nivelada em 10 milhões de anos se a média de erosão fosse a mesma. 6 Este é um tempo extremamente curto em comparação com os supostos 2,5 bilhões de anos dos continentes. Para piorar a situação, muitos rios corroem o cume das suas bacias hidrográficas muito mais rápido do que a média (Tabela 1). Mesmo com menor taxa de 1 mm de redução de altitude a cada 1.000 anos, os continentes com uma altitude média de 623 metros (2.000 pés), deveriam ter desaparecido há muito tempo.
Essas taxas não só minam a idéia de continentes com milhares de anos de idade, mas também dão cabo ao conceito de montanhas muito antigas. Em geral, as regiões montanhosas com as suas encostas íngremes e vales profundos têm erosão mais rápida. Taxas de erosão de 1.000 mm por 1.000 anos são comuns nas regiões alpinas da Papua Nova Guiné, México e Himalaia. 7 Uma das mais rápidas reduções regionais de altitude registradas é de 19 metros a cada 1.000 anos em um vulcão em Papua Nova Guiné. 8 O rio Amarelo, na China pode achatar uma montanha tão elevada como o Everest em 10 milhões anos. 9 As cadeias de montanhas, como o Caledônias, na Europa ocidental, e os Apalaches, no leste da América do Norte, não são facilmente explicadas porque não são tão elevadas como o Everest, mas supõe-se que tenham várias centenas de milhões de anos. Se a erosão tem ocorrido há tanto tempo, estas montanhas não deveriam mais existir. 10
A erosão é também um problema para os terrenos planos que são classificados como muito antigos. Estas superfícies se estendem por grandes áreas e ainda assim mostram pequeno ou nenhum sinal de erosão. Além disso, as superfícies não têm nenhuma evidência de terem sido cobertas por outras camadas sobre elas. Um exemplo é a Ilha Kangaroo (Austrália meridional), que tem cerca de 140 km de comprimento e 60 km de largura. É afirmado que sua superfície tem pelo menos 160 milhões de anos, com base nos fósseis e na datação radioativa. No entanto, a maior parte de sua área é extremamente plana. 11 O terreno é praticamente o mesmo de quando ela foi soerguida – a erosão quase não tocou na superfície exposta. Como ele pôde ficar tão plano sem ser corroído por 160 milhões de anos de chuva?

Procurando uma saída

Por que então os continentes e montanhas ainda subsistem se estão sendo erodidos tão rapidamente? Por que tantos acidentes geográficos considerados velhos não mostram sinais de erosão? A resposta simples: eles não são tão antigos quanto se alega, mas são "jovens", como está na Bíblia. Porém, isso não é filosoficamente aceitável para os geólogos evolucionistas, logo, outras explicações são feitas inutilmente.

Por exemplo, sugere-se que as montanhas continuem a existir porque abaixo delas há um constante soerguimento tomando seu lugar. 12 Consequentemente, as montanhas deveriam ter sido totalmente erodidas e soerguidas muitas vezes em 2,5 bilhões de anos. No entanto, apesar de o soerguimento estar ocorrendo em áreas montanhosas, tais processos de soerguimento e erosão não poderiam continuar por muito tempo sem que todas as camadas de sedimentos fossem removidas. Logo, não poderíamos ter a esperança de encontrar qualquer sedimento antigo em áreas montanhosas se por diversas vezes tivessem sido erodidas e soerguidas. Entretanto, admiravelmente há sedimentos de todas as idades nas regiões montanhosas, desde os mais jovens aos mais velhos (por métodos de datação evolutiva) são preservados. A idéia de renovação contínua por soerguimento não resolve o problema.

Outra idéia sugerida para se resolver o problema é que as atuais taxas de erosão que estão sendo medidas são deveras altas. 13 Segundo este argumento, a erosão era muito menor no passado, antes que seres humanos pudessem interferir. Presume-se que as atividades humanas, tais como o desmatamento e a agricultura, são as razões pelas quais estamos medindo as modernas taxas de erosão tão altas. No entanto, as mensurações quantitativas sobre os efeitos da atividade humana descobriram que as taxas de erosão foram aumentadas em apenas 2 a 2,5 vezes. 14 Para queste a explicação resolvesse o problema, o acréscimo teria de ser várias centenas de vezes maior. Mais uma vez, a explicação não funciona.

Também foi proposto que o clima no passado teria sido bem mais seco (porque menos água significa menor erosão). 15 Porém, essa idéia vai contra as provas. Na verdade o clima era mais úmido, como pode se deduzir pela abundância de vegetação nos registros fósseis.

Os continentes são jovens

A história "lenta e gradual", proposta pelo médico escocês há duzentos anos atrás, não faz sentido. A alegação dos defensores da terra-velha é a de que os continentes têm mais de 2,5 bilhões de anos de idade, mas, usando seus próprios pressupostos, os continentes deveriam ter sido erodidos em apenas 10 milhões de anos. Observe que os 10 milhões de anos não são a idade estimada dos continentes. 16 Pelo contrário, ela destaca a falência das idéias uniformitarianista. Os geólogos que crêem na Bíblia consideram que as montanhas e os continentes que temos hoje foram formados como conseqüência da inundação dos dias de Noé. Quando os continentes foram elevados no fim do dilúvio, a incrível energia das enchentes recuando esculpiu na paisagem. Não aconteceu muita coisa, geologicamente falando, nos 4.500 anos seguintes.

1. Hutton, J., Theory of the Earth with Proof and Illustrations, discussed by Press, F. and Siever, R., In: Earth 4th ed., W.H. Freeman and Company, NY, USA, pp. 33, 37, 40, 1986.
2. Roth, Ariel, Origins: Linking Science and Scripture, Review and Herald Publishing, Hagerstown, 1998. São citados uma série de referências sobre o crescimento e preservação da crosta continental.
3. Parkinson, G., (ed.), Atlas of Australian Resources: Geology and Minerals. Auslig, Canberra, Australia, 1988.
4. Morris, J., The Young Earth, Creation-Life Publishers, Colorado Springs, USA, 1994. Explica uma série de processos geológicos que evidenciam a visão de que a Terra é jovem.
5. Ref. 2, p. 264, agrupa várias taxas de erosão a partir de certo número de fontes.
6. For example, Ref. 2, p. 271, quotes Dott & Batten, Evolution of the Earth, McGraw-Hill, NY, USA, p. 155, 1988, e vários outros.
7. Ref. 2, p. 266.
8. Ollier, C.D. and Brown, M.J.F., Erosion of a young volcano in New Guinea, Zeitschrift für Geomorphologie 15:12–28, 1971, cited by Roth, Ref. 2, p. 272.
9. Sparks, B.W., Geographies for advanced study, In: Geomorphology 3rd ed., Beaver, S.H. (ed.), Longman Group, London and New York, p. 510, 1986, cited by Roth, Ref. 2, p. 272.
10. Ref. 2, p. 264.
11. Ref. 2, p. 266.
12. For example, Blatt, H., Middleton G. and Murray, R., Origin of Sedimentary Rocks, 2nd ed., Englewood Cliffs, Prentice Hall, p. 18, 1980, cited by Roth, Ref. 2, p. 266.
13. Ref. 2, p. 266.
14. Judson, S., Erosion of the land—or what’s happening to our continents? American Scientist 56:356–374, 1968.
15. Ref. 2, p. 266.
16. É o limite máximo de idade, a idade real não poderia ser menor, por exemplo, a idade bíblica de cerca de 6.000 anos.
17. Adaptado de Roth, Ref. 2, p. 264.


Tradução: Rafael Resende Stival - salmo12.blogspot.com

Link para o artigo: http://biblicalgeology.net/2006/Eroding-ages.html

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Como refutar um comunista, materialista ou ateu ou tudo ao mesmo tempo

Trecho do livro Torturado por amor de Cristo, de Richard Wurmbrand:

"Certa ocasião, um conferencista comunista estava fazendo uma palestra sobre o ateísmo. Todos os operários da fábrica foram convocados a assistir à reunião e entre eles havia muitos crentes. Sentaram-se silenciosos, escutando todos os argumentos do preletor contra Deus e sobre a estupidez de crer em Cristo. O preletor passou a provar que não existia Deus, nem mundo espiritual, nem Cristo, nem vida futura; o homem é apenas matéria sem alma. Disse repetidamente que apenas a matéria existe.

Um crente levantou-se e perguntou se lhe era permitido falar. A palavra lhe foi concedida. O crente pegou sua cadeira portátil e a jogou ao solo. Parou por um pouco, olhando a cadeira. Depois dirigiu-se a plataforma e esbofeteou o preletor. Este ficou furioso. Suas faces ficaram vermelhas de indignação. Soltou uns palavrões e chamou colegas comunistas para que prendessem o crente. E perguntou: 'Como se atreveu a esmurrar-me? Que motivos teve para isso?'

O crente respondeu: 'Você acaba de provar que é mentiroso. Afirmou que tudo não passa de matéria... Eu apanhei a cadeira e a atirei no chão. A cadeira é de fato matéria. Ela não se revoltou. É apenas matéria. Ao receber a bofetada, você não reagiu como a cadeira. Reagiu diferentemente. Matéria não tem raiva nem fica furiosa, mas você ficou. Portanto, camarada professor, você está errado. O homem é mais do que simples matéria. Somos seres espirituais!'"

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Uma troca de e-mails sobre o tratamento do homossexualismo indesejado e uma aviltação.

Os fatos relatados a seguir tiveram como base meu testemunho e o de outros dois colegas. Já que memórias humanas não são os modernos aparelhos de mp4, os fatos podem apresentar distorções.

Relato: Às 10 horas do dia 21 de Novembro de 2008, a professora Ana Flávia Madureira iniciava sua aula de Fundamentos e Desenvolvimento da Aprendizagem, na Universidade de Brasília. Estávamos com o conteúdo um pouco atrasado e por causa disso a professora afirmou que aquela aula não estava aberta a debates. Num certo momento da aula, a professora se referiu à resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia e concordou com seu conteúdo porque, segundo ela, homossexualismo não é doença.

Sem afirmar se homossexualismo é ou não doença, eu perguntei se o fato de um alcoólatra procurar a ajuda de um psicólogo para deixar de beber não era semelhante a um homossexual fazer o mesmo para abandonar o homossexualismo.

A professora Ana Flávia disse que não, porque a psicologia atual concluiu que homossexualismo não é doença. Se atestássemos a benevolência de Stálin porque o Partido Comunista Soviético poderia confirmá-la estaríamos usando a mesma lógica. Mesmo ante uma resposta como essa eu me calei para que a aula não fosse interrompida. Já naquele momento desejei debater com ela via e-mails, dado que ela já havia respondido a algumas das minhas questões dessa forma.

A troca de e-mails:

Rafael:

Professora Ana Flávia, aí estão vários artigos que falam sobre a ajuda dos psicólogos aos homossexuais que desejam abandonar a prática:


http://www.narth.com/menus/recommended.html
http://www.narth.com/menus/reprint.html
http://scholar.google.com.br/scholar?q=narth+psychology&hl=pt-BR&lr=&start=20&sa=N
http://www.narth.com/docs/treatment.pdf

Professora, se a psicologia atual não encontra respaldo científico para o tratamento do comportamento homossexual indesejado, ou os psicólogos brasileiros são por demais provincianos ou estes artigos e livros não são científicos. Caso a segunda alternativa esteja correta, gostaria que você me explicasse ao menos parcialmente o quão não-científicos são estes artigos. Como não sou especialista no tema, creio que a forma mais segura de me explicar isto seria refutar os argumentos mais usados por estes artigos científicos ou por livros mais completos dos mesmos psicólogos e enviar a mim com cópia para eles, respeitando o direito a réplica.

É uma tarefa laboriosa, mas é a única forma que encontrei para continuar acreditando na sua honestidade intelectual. Caso opte por outra forma de me explicar o porquê de desconsiderar estes trabalhos, por favor me envie um e-mail com a forma que escolheste. Caso queira se furtar à tarefa por conta das muitas obrigações da vida prática, o que eu seguramente faria sendo ainda aluno, peço-te não que afirme o contrário, mas ao menos que há um debate científico sério fora do Brasil sobre se psicólogos devem ou não oferecer ajuda aos homossexuais que desejam abandonar a prática e que verdadeiramente não há um consenso geral sobre o tema na psicologia e que a decisão do CFP é verdadeiramente arbitrária.

Se o referido debate é realmente sério ou se é trabalhoso verificar isto, sugiro que você envie um e-mail para todos os alunos da sala relatando o mal-entendido e fazendo as ressalvas necessárias, para que não haja nenhuma dúvida quanto à sua honestidade intelectual.

Ana Flávia:

Rafael,

Em um sistema democrático, você, como qualquer cidadão, tem todo direito de ter as suas opiniões, crenças e valores pessoais, incluindo as suas crenças religiosas. Você, como qualquer cidadão, tem todo direito de enviar textos extraídos da Internet para outras pessoas, incluindo os seus colegas de disciplina.

Entretanto, gostaria de deixar bem claro que: (a) após anos de estudo, após ter concluído o meu doutorado em Psicologia pela Universidade de Brasília, sob a orientação da Profa. Dra. Angela Uchôa Branco, com uma parte na Clark University (EUA), sob a supervisão do Prof. Dr. Jaan Valsiner (doutorado sanduíche); (b) após ter concluído o meu pós-doutorado em Psicologia na Universidad Autónoma de Madrid (Espanha), sob a supervisão do Prof. Dr. Alberto Rosa; e (c) após ter publicado artigos em periódicos científicos nacionais e internacionais, bem como capítulos em livros publicados no Brasil e no exterior... eu não tenho que convencer você de nada e nem provar nada para você.

Bom fim de semana.

Atenciosamente,

Ana Flávia do Amaral Madureira

Rafael:

Professora, eu não estou duvidando do quanto estudaste, nem do quanto sabes. Se bem me lembro, Platão, em Os Sofistas, disse que a verdade independe da autoridade de quem fala, mas deve obedecer à argumentação lógica. Do contrário, é retórica.

A questão é se a afirmação "a psicologia atual não encontra respaldo científico para o tratamento do comportamento homossexual indesejado" é verdadeira. Não estou dizendo que é, nem que não é.

O que me faz interessar pelo assunto é o fato de que a APA (American Psychological Association) permite o tratamento em questão, enquanto a CFP o proíbe. Como então ter tanta certeza que toda uma ciência apóia uma proibição aparentemente autoritária?

Você realmente não precisa me provar nada, mas creio que a minha obrigação como aluno é inquirir, investigar a veracidade do que o professor me fala, de acordo com os textos que nos passaste. E crio (sic) que sua obrigação como professora é esclarecer minha dúvida de acordo com suas capacidades.

Desculpe se fui rígido, mas não consigo mais ficar calado (ou com os dedos quietos) ante os absurdos com ares de ciência que tentam inculcar em mim e em meus colegas nesta universidade, muitas vezes com êxito.

Relato: Não pude ir à aula seguinte, a de 24 de Novembro, mas já nessa aula a professora estava pronta para começar a minha execração, a ponto de adiantar à turma o conteúdo da aula do dia 26.

Se bem me lembro, os fatos que se seguiram são os relatados a seguir:

No dia 26 de Novembro de 2008, a professora Ana Flávia Madureira interrompeu sua aula no início para tratar da troca de e-mails que se seguiu. Inicialmente houve uma explicação sobre o conteúdo da resolução 01/99 do CFP. A professora distribuiu algumas cópias da resolução para que cada aluno pudesse ler e ao mesmo tempo explicou que os homossexuais sofreram muito por ser seu comportamento considerado como doença. Falou que a ciência não é baseada em crenças e que ninguém pode “impor” suas crenças num debate científico ou numa sala de aula.

Após isso, a professora me apontou entre os alunos e afirmou que a principal razão da aviltação fora eu tê-la acusado de ser uma intelectual desonesta. Conforme suas palavras, tal insulto jamais fora proferido contra ela antes. Ela não fizera algo de tamanha envergadura com nenhum professor durante toda a sua carreira, disse Ana.

Para Ana Flávia, um doutor ou mestre que ataque – publicamente, presumo – um outro doutor ou mestre pessoalmente tem uma atitude pouco humilde. Logo, é inadmissível que um graduando o faça. Quem quer que o faça, merecerá punição tal qual a minha.

Comento: Havia um certo grau de abertura por parte da professora para discutir minhas dúvidas, que poucos professores têm e que é um sinal de honestidade intelectual. Por isso afirmei que, aparentemente, a professora era uma intelectual honesta, mas que esta qualidade estava em cheque. Para saber definitivamente se ela é uma intelectual honesta ou não, seria preciso conhecer ao menos uma parte coerente da sua produção intelectual. Eu não conhecia. Mas qualquer produção científica deve ter o intuito de esclarecer, nunca de enganar. Se o cientista ou pensador defende abertamente um preceito aparentemente falso que esteja intimamente ligado com sua obra, toda sua produção intelectual perderá credibilidade até que ele prove que o preceito é verdadeiro. Foi com base em um princípio tão simples e basilar para a ciência que eu, um mero aluno da mera Geografia, pus em cheque a credibilidade intelectual da professora. Pensei que isto fosse patente para uma doutora, mas certamente não era e, ao que me parece, ainda não é. Obviamente, é um direito meu não acreditar em tudo o que me dizem e duvidar de uma afirmação. Deixei de crer por completo na afirmação dela não com base apenas em minhas crenças metafísicas, mas com base nos trabalhos de outros cientistas da Psicologia.

Já que estou submetendo este relato à apreciação da professora, gostaria de perguntar em que momento um intelectual ganha o status inabalável de honestidade e de coerência do seu trabalho. Ao passar no vestibular? Ao ser aprovado por uma banca de mestrado, cujos membros foram aprovados por outras bancas, e estas da mesma forma, indefinidamente?

Charles Darwin é um intelectual honesto quando afirma que “A distância entre o homem e seus parceiros inferiores será maior, pois mediará entre o homem num estado ainda mais civilizado, esperamos, do que o caucasiano, e algum macaco tão baixo quanto o babuíno, em vez de, como agora, entre o negro ou o australiano e o gorila.”? Esta e outras afirmações “científicas” do biólogo foram responsáveis por décadas de racismo “cientificamente embasado”. Houve a afirmação sem provas de algo extremamente nocivo. Certamente a maior parte do trabalho de Darwin foi feita com seriedade, mas ele agiu com desonestidade ao falar que os negros são uma raça inferior sem ter certeza disso.

Afirmar que homossexuais contritos não têm direito de procurar ajuda de um profissional de saúde mental ou é ato de ingenuidade ou é um ato de desonestidade intelectual. Pois os trabalhos científicos que permitem este serviço são abundantes.

Há outra dúvida, professora: o objetivo final da aviltação fora o ego ferido, um exemplo a dar aos alunos que um dia pensaram em se opor a um dogma acadêmico ou os dois? Supondo que foram os dois objetivos, por que me execrar em público? Dentre aqueles poucos alunos, dificilmente houve unanimidade no apoio a sua atitude. Mesmo se houvesse, dificilmente isso mudaria a atitude dos alunos não envolvidos junto aos seus professores. Se foi também o ego ferido, porque não tratar o fato apenas comigo? Se eu estivesse errado, eu teria me arrependido por completo. Apenas isto bastaria, não? Só me arrependi de ter repetido o “para que eu continue acreditando na sua honestidade intelectual”. Faria novamente escrevendo isto apenas uma vez, para não ferir os olhos mais sensíveis. Foi então para não perder tempo comigo? Foi também para ridicularizar um representante dos cristãos que estudam e rebatem os absurdos, além da outra massagem ao ego?

Relato: Em outro momento a professora se referiu ao último parágrafo do meu último e-mail, em que digo que “não consigo mais ficar calado (ou com os dedos quietos) ante os absurdos com ares de ciência que tentam inculcar em mim e em meus colegas nesta universidade, muitas vezes com êxito”. Para ela, esta expressão significava que eu via os alunos da universidade como pobres incautos que necessitavam desesperadamente de algo ou alguém que os acudisse. Ela também afirmou que um graduando como eu jamais teria capacidade de aferir a veracidade ou a falsidade de um preceito científico como ela, uma doutora.

Comento: Os alunos de ciências humanas da UnB, assim como de todas as universidades brasileiras, são forçados, desde o ensino fundamental, a pensar com a cabeça de Marx e seus continuadores. Há também provas abundantes para tal. Uma cultura na qual não há nada que contraponha seu dogma reinante só pode gerar alunos, professores e intelectuais dogmáticos. Porque não estudamos os economistas austríacos que provaram a impossibilidade de continuidade da economia socialista, como Mises, Böhm Bawerk, Hayek? Por que não estudamos Paul Johnson, que descobriu várias fraudes em O Capital? Porque não estudamos os historiadores que escreveram O Livro Negro do Comunismo? Porque não estudamos Eric Voegelin, um dos maiores filósofos políticos e que analisou os absurdos da concepção política de Marx? Porque não estudamos os grandes da metafísica do nosso século, como Luis Lavelle ou o brasileiro Mário Ferreira dos Santos para confrontar o materialismo?

Asseguradamente, há um escotoma nos olhos da intelectualidade brasileira. E quando erigimos sociedades e fazemos projetos ao mesmo tempo em que negamos uma parte da realidade, certamente testemunharemos um desfecho desastroso.

Relato: Durante toda a sessão de execração pública, tentei me defender por duas vezes, levantando a mão durante a “aula”. A professora, com voz colérica, falava. – Você já abusou do seu direito de se expressar, Rafael! Assunto encerrado! Após a aula, quando os alunos já saiam, tentei me aproximar dela, e antes que eu falasse alguma coisa ela disse:

– Rafael, chega de conversa!

– Eu nunca mais poderei falar na sua aula?

– Estamos muito nervosos para conversar!

– Eu estou calmíssimo.

– Na próxima aula a gente conversa!

– Eu poderei me defender ante à turma?

– Só na próxima aula.

Fui então tratar o fato com dois dos meus colegas.

Na próxima aula, mesmo com um farto material que provava haver um debate sério sobre tratamento do homossexualismo indesejado, não me foi dado tempo para me defender. Após a aula fui perguntar à professora porque eu não pude me defender. Ela disse novamente que o assunto estava encerrado. Neste material estavam incluídas considerações sobre o caso Rozângela Justino, o trabalho feito pela NARTH, a permissão do tratamento pela Associação Americana de Psicologia e declarações do Dr. Robert Spitzer.

É comum em casos como este o professor punir o aluno incômodo com a reprovação. Não foi este o caso. A professora Ana Flávia julgou meus esforços em ser aprovado probamente, da mesma forma que julgou os esforços dos outros alunos.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

GUERRA COMUNISTA CONTRA A RELIGIÃO

Por Paul Kengor


Como Mikhail Gorbachev apropriadamente asseverou, o Estado comunista empreendeu uma patente “Guerra contra a Religião.” 1 Ele lamentara que os Bolcheviques, seus predecessores, mesmo após a guerra civil terminada no começo dos anos 20, durante uma época de “paz”, “continuaram a por ao chão as igrejas, a prender sacerdotes e a destruí-los”. 2

A União Soviética, modelo do comunismo mundial como um todo, era oficialmente hostil à religião e oficialmente ateísta; não era irreligiosa, sem nenhuma posição quanto à religião, queria fazer crer que não havia Deus. Além disso, esse ateísmo se transformou numa espécie de vício anti-religioso. Esta prática começou com a alvorada do Estado comunista e hoje continua sob várias formas nos países comunistas, desde a China, desde a Coréia do Norte, e desde Cuba.

Ensinamento Comunista

A origem desse ódio e intolerância à religião está na essência da ideologia comunista. Marx alcunhou a religião como o “ópio das massas” e afirmou que “o comunismo começa onde o ateísmo começa”. 3 Num discurso em prol dos Bolcheviques, em 2 de Outubro de 1920, Lênin declarou abertamente: “Nós não cremos em Deus.” Lênin insistiu que “Todo culto a uma divindade é uma necrofilia.” 4 Ele escreveu uma carta em Novembro de 1913 dizendo “qualquer idéia religiosa, qualquer idéia de algum deus, qualquer aproximação com um deus é a idiotice mais inexpressível ... a burrice mais perigosa, a infecção mais vexatória.” James Thrower, da Universidade de Virgínia (especialista em Rússia e tradutor), diz que a infecção à qual Lênin se refere é a de doença venérea. 5

“Não pode haver nada mais abominável do que a religião,” escreveu Lênin em uma carta para Maxim Gorky em Janeiro de 1913. 6 N dia dia 25 de Dezembro de 1919, o Camarada Lênin, com suas próprias palavras, emitiu a seguinte ordem: “Participar do ‘Nikola’ (natal russo) será estúpido – toda a Cheka (futura KGB) deve estar alerta para não deixar de atirar em todo aquele que não aparecer para trabalhar por causa do ‘Nikola’”. 7 Estes não foram fatos isolados sob o mando de Lênin.

Com a ajuda de Trotsky, Lênin começou a se envolver na criação de grupos com nomes como A Sociedade dos Sem-Deus, também conhecida como a Liga dos Sem-Deus Militantes, que foi responsável pela disseminação da propaganda anti-religiosa na URSS. 8 Essa intolerância institucionalizada continuou a prosperar sob os discípulos de Lênin, com destaque para Stálin, e até mesmo sob os líderes mais benévolos, como Nikita Khrushchev.

Este ateísmo era endêmico para o experimento comunista. Mesmo os comunistas impedidos de se manter no poder – perdendo, portanto, a habilidade de perseguir crentes – eles deram o seu melhor para perseguir os ensinamentos da religião organizada e para ridicularizar a existência de Deus. Até nos Estados Unidos, não é surpresa parar numa bamnca de jornais da cidade e ver escrito na primeira página palavras como estas no Daily Worker (Diário dos Operários), o órgão comunista publicado pelo CPUSA: “NÃO HÁ DEUS”. 9 Os comunistas têm orgulho do seu ateísmo e militam por ele.

Discriminação Igualitária

Este assalto à fé religiosa não foi dirigidas apenas a cristãos – protestantes, católicos, ortodoxos – mas também contra judeus, muçulmanos, budistas e outras crenças. 10 Para cada cardeal Mindszenty na Hungria havia um cardeal Wyszynski na Polônia, um Richard Wurmbrand na Romênia, um Natan Sharansky ou um Walter Ciszek na Rússia, um Vasyl Velychkovsky ou um Severian Baranyk ou um Zenobius Kovalyk na Ucrânia, um clã Moaddedi no Afeganistão, um missionário luterano ou metodista ou um seguidor do Dalai Lama na China, uma freira presa em Cuba, um monge budista forçado a renunciar seus votos no Camboja.

Fosse o déspota Fidel Castro, Pol Pot ou Stalin, o sentimento era o mesmo: “Religião é veneno”, segundo disse Mao Tsé-Tung. Onde quer que eles fossem, de Leste a Oeste, da África à Ásia, de Phnom Penh a São Petesburgo, comunistas empreenderam uma luta pela extinção da religião. Os comunistas muito debateram sobre os detalhes da maneira pela qual implementariam a visão marxista, mas eram unânimes em uma coisa: a religião era a inimiga, uma rival para o controle mental marxista e deveria ser aniquilada, não importam os custos e dificuldades.

Moscou foi a fonte e o cume para a maior parte desse esforço. Mesmo assim, funcionários soviéticos desejaram repetir a campanha usando os mais ávidos camaradas que estavam em cargos de liderança em outros lugares. A repressão começara, em vários graus, por toda a Europa Ocidental. Por exemplo, a doutrinação anti-religiosa de alunos de escola foi especialmente rigorosa na Tchecoslováquia nos anos 70. A Tchecoslováquia tinha conhecida má-reputação por conta do seu ateísmo.

Entre as nações mais perseguidoras à religião no império comunista estava a Romênia. Lá o ódio à religião era evidente por causa dos terríveis meios usados na tentativa de bani-la.

Romênia: a experiência de Richard Wurmbrand

Como parte da educação atéia, Estados comunistas publicaram e disseminaram abertamente literatura anti-cristâ. Na Romênia, o trabalho daquele que talvez seja o maior escritor romeno, Sadoveanu, A Vida dos Santos, foi publicado novamente como A Lenda dos Santos.

Significantemente, os comunistas não apenas tentaram bloquear ou deter a fé religiosa, mas também revertê-la. Isto foi verdade particularmente para a Romênia, mesmo antes da era Nicolai Ceasescu. Isto não implica apenas a proibição da prática religiosa e a prisão de ministros e crentes, mas o emprego de tortura para forçá-los a renunciar a fé. Nada disso foi eficiente o bastante para conter, silenciar ou punir os crentes presos; foi decidido que eles deveriam ser torturados de maneira inimaginavelmente degradante com o intuito de desfazer a fé religiosa.

Uma das melhores fontes sobre como os comunistas usaram sofrimentos extraordinários para reverter a crença é Richard Wurmbrand, um pastor que viveu um inferno na terra enquanto estava numa prisão romena. Após o ocorrido, ele detalhou algumas das crueldades testemunhadas em um relato ante ao congresso americano e em seu famoso Torturado por amor de Cristo, em 1967. A seguir há alguns trechos do emocionante livro de Wurmbrand:

Milhares de crentes de todas as denominações foram presos naquela vez. Não apenas sacerdotes foram enclausurados, mas também simples camponeses, moços e moças, que testemunharam por sua fé. Os presídios estavam lotados, e na Romênia, assim como em todos os países comunistas, estar preso significa ser torturado...

Um pastor que se chama Florescu foi torturado com tições de ferro incandescente e com facas. Ele foi agredido dolorosamente. Então ratos famintos foram conduzidos às suas celas por um largo cano. Ele não conseguia dormir porque era obrigado a se defender todo o tempo. Se ele toscanejasse por um só momento, os ratos o atacariam.

Ele foi forçado a ficar acordado por duas semanas, dia e noite... Eventualmente eles traziam seu filho de 14 anos e começavam a chicoteá-lo em frente ao seu pai, dizendo que continuariam a fazê-lo até que o pastor dissesse aquilo que eles queriam ouvir da sua boca. O pobre homem estava meio louco. Ele agüentou o tanto quanto pôde, então ele clamou ao seu filho, “Alexander, eu preciso dizer o que eles querem! Eu não posso mais agüentar seu sofrimento!” O filho então respondeu “Pai, não me faça a injustiça de ter um traidor como genitor. Resista! Se eles me matarem, eu morrerei com as palavras: ‘Jesus e minha pátria’.” Os comunistas, enfurecidos, investiram contra a criança e espancaram-na até a morte, com sangue espalhado pelas paredes da cela. Nosso querido irmão Florescu nunca mais foi o mesmo após ter visto isto. 11

Wurmbrand se lembrava de história após história sobre as torturas que ele testemunhou. Ele não apenas viu a tortura dos seus companheiros crentes, mas ele mesmo também as experimentou. Seus captores o entalharam em doze partes do seu corpo. Queimaram 18 buracos nele. Entre as muitas formas de torturas que ele sofreu, estava “O Refrigerador” – uma grande caixa de gelo. O crente seria preso com pouca ou nenhuma roupa. Os médicos da prisão sondavam por uma abertura até que vissem sinais de morte por hipotermia, então eles chamavam os guardas, que se apressavam para descongelar a vítima. Eles seriam descongelados e congelados novamente entre os minutos da morte. O processo era então repetido.

Tudo isso, obviamente, exigia esforços consideráveis dos carcerários. “O que os comunistas fizeram aos cristãos suplanta ... o conhecimento humano,” escreveu Wurmbrandt. “Eu vi comunistas cujas faces mostravam alegria entusiástica enquanto torturam crentes. Eles diziam enquanto torturavam os cristãos, ‘nós somos o demônio!’” Ele chamou o comunismo de “a força do mal”, que poderia ser combatido apenas por uma força espiritual, “O Espírito Santo.” Ele acrescentou:

Os torturadores comunistas freqüentemente [me diziam]: “Não há Deus, nem além, nem punição pelo mal. Nós podemos fazer o que quisermos.” Eu ouvi um torturador dizer, “Eu agradeço a Deus, em quem não creio, por viver até este momento em que pude expressar toda a maldade do meu coração.”

Em seu testemunho de Maio de 1966 ao Subcomitê de Segurança Interna do Senado americano, Wurmbrand descreveu a crucificação pelas mãos dos comunistas. Cristãos eram atados a cruzes por dias e noites. Isto era mau o bastante. Mas os comunistas eram criativos, e queriam se assegurar de que os crucificados sofreriam maior humilhação do que o próprio Cristo:

As cruzes eram colocadas no chão e milhares de prisioneiros tinham que satisfazer suas necessidades básicas nos rostos e nos corpos dos crucificados. Então as cruzes eram argüidas novamente e os comunistas zombavam e escarneciam: “Olhe para o seu Cristo! Quão belo ele é! Que fragrância ele traz do céu!”... Após serem quase levados à loucura pelos torturadores, um padre foi obrigado a consagrar excremento e urina humanos e fazer a Santa Comunhão aos cristãos nesta forma. Isto aconteceu na prisão romena de Pitesti., Após isto, eu decidi então perguntar ao padre porque ele não preferiu morrer ao participar dessa zombaria. Ele respondeu, “Por favor, não me julgue! Eu sofri mais do que Cristo!” Todas as descrições bíblicas sobre o inferno e as dores do Inferno de Dante não são nada comparadas às torturas nas prisões comunistas.

Esta é apenas uma pequena parte daquilo que aconteceu em um domingo e em muitos outros domingos na prisão de Pitesti. Outras coisas simplesmente não podem ser ditas. Meu coração falharia se eu tivesse que contá-las repetidamente. Elas são muito terríveis e obscenas para serem escritas...

Se eu fosse continuar a contar todos os horrores das torturas comunistas e todos os auto-sacrifícios dos cristãos, eu nunca terminaria.

Nós vemos aqui uma dedicação quase inacreditável para desfazer e reverter a fé pelos comunistas. Isto envolveu não apenas abusos extraordinários, mas também a atenção do Estado. O fato de o Estado comunista devotar tanto tempo e esforço demonstra a sua notável devoção – ironicamente, uma devoção quase religiosa – em alcançar a aniquilação da fé religiosa. Estes fatos também refletem a convicção comunista que a religião era inevitavelmente uma ameaça incompatível ao marxismo-leninismo.

Às vezes, esta perseguição viciada sai pela culatra. Para cada Richard Wumrbrand, ou para cada Severian Baranyk que os comunistas mataram com um corte em forma de cruz no peito, ou um Zenobius Kovalyk, executado numa crucificação de escárnio, surgia uma albanesa chamada Agnes Gonxha Bojaxhiu (Madre Teresa), que orava por suas almas, ou um Karol Wojtyla (Papa João Paulo II), que trabalhou com homens como Ronald Reagan, Margaret Thatcher, Lech Walesa, e Vaclav Havel – entre outros – pelo colapso pacífico do império ateu.

Relevância atual

Porque estas informações são importantes hoje, sendo que a guerra fria e o império soviético comunista não mais existem? Ao nível do humano, é muito importante para aqueles que sofreram a perseguição. Muitos ainda estão vivos; eles querem que esta história seja contada; eles querem que o munda saiba o que eles sofreram. Eles sabem que a História, pelo bem da História, precisa ser bem definida e não repetida. Em outro nível, a próxima geração de estudiosos da Guerra Fria tem pouco conhecimento e menos ainda reconhecimento do papel da religião na experiência da Guerra Fria. Eles não são apenas desinformados concernente às fontes e o grau da perseguição, eles não contemplam a maneira que o ateísmo institucionalizado da URSS ajudou e propeliu oposição bipartidária americana a Moscou no começo da Guerra Fria. Democratas como Harry Trumann, John F. Kennedy e Republicanos como John Foster Dulles e Ronald Reagan condenaram o flagelo do “comunismo soviético sem-Deus assim como figures populares bastante populares como Francis Cardinal Spellman, o Bispo Fulton Sheen, e o Dr. Fred Schwarz por meio de sua Cruzada Anti-Comunista Cristâ. 12 Religiosamente falando, o esforço eventual para derrotar o comunismo ateu foi um esforço duplo de protestantes e católicos americanos.

Muito pouco é estudado sobre isto hoje. Nós não podemos ignorar esse componente vital da história da Guerra Fria. Tragicamente, muitas dessas informações continuam desconhecidas não apenas para o grande público, mas também para a comunidade acadêmica. Na verdade, há pessoas na academia que estão a par desse material, mas geralmente estão despreocupados, dispensando isso como curiosidade paranóica da “direita cristâ” e de anti-comunistas, que eles vêem como rude e ingênuo. “Sob os [comunistas] houve perseguição à igreja,” escreve Richard Pipes, professor emérito de história russa em Harvard. “E também é verdade que o assunto tem recebido pouco ou nenhuma atenção dos acadêmicos.” 13

Protestantes, Católicos, Muçulmanos e Budistas – os comunistas torturaram a todos. E membros de todas as crenças têm grande interesse em ver essa conspiração perversa recebendo a luz da verdade. Ninguém, muito menos uma organização central, contou as histórias das vítimas. Muitas delas são amargas, e estão todas frustradas porque esta vasta rede de intolerância brutal nunca foi exposta completamente. Os livros de história das escolas estão cheios de considerações sobre as Cruzadas, mas completamente caladas sobre a guerra comunista contra a religião, que é imensamente mais repressiva. 14

Mas ainda há grupos como a Fundação em Memória das Vítimas do Comunismo (Victims of Communism Memorial Foundation) para contar essa história, para revelar essa história e para honrar as vítimas.

Biografia do autor: Paul Kengor é professor emérito de Ciência Política no Grove City College em Grove City, Pennsylvania. Entre seus livros estão God and Ronald Reagan: A Spiritual Life (HarperCollins, 2004), The Judge: William P. Clark, Ronald Reagan's Top Hand (Ignatius Press, 2007), and The Crusader: Ronald Reagan and the Fall of Communism (HarperPerennial, 2007).

Tradução: Rafael Resende Stival, do Blog Salmo 12.

Fonte: http://www.globalmuseumoncommunism.org/


Notas

1 Mikhail Gorbachev, Memoirs (NY: Doubleday, 1996), p. 328.

2 Mikhail Gorbachev, On My Country and the World, (NY: Columbia University Press, 2000), pp. 20-1.

3 O comentário “ópio das massas” “é bem conhecido. A fonte para a citação, "o comunismo começa onde começa o ateísmo," é Fulton J. Sheen, Communism and the Conscience of the West (Indianapolis e NY: Bobbs-Merrill, 1948). Sheen, que lia e falava várias línguas, traduziu a citação em Inglês de uma obra sem tradução de Marx.

4 Lenin escreveu isso em 13 ou 14 de novembro de 1913 em uma carta para Maxim Gorky. Veja: James Thrower, God’s Commissar: Marxism-Leninism as the Civil Religion of Soviet Society (Lewiston, NY: Edwin Mellen Press, 1992), p. 39.

5 Citado em Thrower, God’s Commissar, p. 39. Outra tradução desta citação vem de Robert Conquest, in his “The Historical Failings of CNN,” em Arnold Beichman, ed., CNN’s Cold War Documentary (Stanford, CA: Hoover Institution Press, 2000), p. 57.

6 Veja: J. M. Bochenski, “Marxism-Leninism and Religion,” em B. R. Bociurkiw et al, eds., Religion and Atheism in the USSR and Eastern Europe (London: MacMillan, 1975), p. 11.

7 Este item foi publicado em um livro de 2002 pela Yale University Press. Veja: Alexander N. Yakovlev, A Century of Violence in Soviet Russia (New Haven and London: Yale University Press, 2002), p. 157.

8 Veja: Daniel Peris, Storming the Heavens: The Soviet League of the Militant Godless (Ithaca, NY: Cornell University Press, 1998).

9 Veja: Bertram D. Wolfe, A Life in Two Centuries (Stein and Day, 1981), pp. 403-4.

10 A repressão foi exercida em graus diferentes entre as nações do bloco soviético. Entre elas, Romênia, Albânia, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia foram especialmente repressivas.

11 Richard Wurmbrand, Tortured for Christ (Bartlesville, OK: Living Sacrifice Book Company, 1998), pp. 33-8.

12 Veja: Paul Kengor, God and Ronald Reagan: A Spiritual Life (NY: HarperCollins, 2004).

13 Richard Pipes speaking at Grove City College, Grove City, Pennsylvania, September 27, 2005.

14 Paul Kengor comparou o tratamento dos dois em um exaustivo e longo projeto de um ano de pesquisa que analisou os textos de história utilizada nas escolas públicas de Wisconsin, que eram os mesmos textos utilizados em todos os estados. Veja também: Paul Kengor, "Searching for Bias: World History Texts in Wisconsin Public Schools ", Wisconsin Policy Research Institute, junho de 2002. Uma cópia do estudo está publicado no site da WPRI.


quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Trecho da entrevista com Yuri Bezmenov, desertor da KGB, hoje FSB.

Quando ele fala em America, podemos substituir por Brasil sem mudanças significativas. A universidade brasileira segue à risca os planos da KGB, mesmo que inconscientemente. Como podemos ver, o papel dos cristãos como luz do mundo está longe de ser exercido no Brasil. A visão dos nossos cristãos não enxerga nada além de púlpitos. Ou, como fruto da inermidade da igreja, os próprios membros da igreja se rendem ao plano, como no caso que deu origem ao blog.

Quem quiser ver o vídeo todo, é só procurar por "Subversão Soviética" no youtube ou me pedir. Compreender a cultura ocidental moderna sem as informações que este homem nos fornece é impossível.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Qual é o papel do educador “superior” no Brasil?


Tenho por certo que sequer um livro poderia responder satisfatoriamente a esta pergunta. Mas assim mesmo, é importante lembrar que muitas correntes de pensamento ensinadas no ensino superior têm conduzido nossos estudantes a esferas cada vez mais inferiores do pensamento. Temos nos aprofundado cada vez mais em um provincianismo “local”, mas principalmente temporal. Entre a essência e as formas, os educadores brasileiros preferiram os pensadores que privilegiaram as formas, o passageiro. A realidade não é mais compreendida comparando-a ao eterno, ao infinito, mas é usada sempre como instrumento de transformação dela mesma. A própria palavra transformação já implica em uma “transitoriedade de formas”. A humanidade sempre denominou a essência como algo superior às formas, no entanto, hoje, a compreensão da essência está subordinada às formas. É o “conhecer para transformar” tão alardeado em nossas classes. Não advogo que as ciências devem ser totalmente puras e neutras, mas a subordinação da compreensão à execução e ao planejamento é por demais nociva.

A maior parte dos nossos acadêmicos da educação crê nos benefícios da eterna transformação. Estes estudantes e professores crêem que só após Marx e Darwin as verdadeiras “luzes” só chegaram à humanidade; crêem que o ensino daquilo que está fora da “realidade” do aluno – e que por definição está “acima” dele e é de mais árduo entendimento – não é necessário nem pode interessá-lo. Enquanto a transformação ocorre, o provincianismo aumenta e a compreensão geral diminui.

Infelizmente, a pretensão dos nossos tempos não é mais a de compreender a natureza humana para que possamos conviver da melhor forma, mas sim a de modificá-la. Se a transformação da matéria gerou situações que seriam inimagináveis há algumas centenas de anos, porque não aconteceria o mesmo com a organização dos homens? Bastaria um planejamento bem feito, desde a infância. Este planejamento foi testemunhado pela humanidade nas experiências nazista e comunista. Todos os que se recusaram a tentar mudar o imutável foram perseguidos e mortos cruelmente por estes regimes. Mais um erro da história está sendo colocado em prática pelas universidades.


Rafael Resende Stival.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Porque devemos nos opor ao marxismo:



Este é um trecho do documentário "The Soviet Story". Quem desejar assistir ao comentário todo, fale comigo.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O que é o capitalismo?

Em sua magnum opus, “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”, Max Weber, o maior nome da sociologia, discorre sobre algumas características do capitalismo após explicar algumas peculiaridades da civilização ocidental:

...E o mesmo é verdade também para a mais decisiva força da nossa vida moderna: o capitalismo. O impulso para o ganho, a persecução do lucro, do dinheiro, da maior quantidade possível de dinheiro, não tem, em si mesma, nada que ver com o capitalismo. Tal impulso existe e sempre existiu entre garçons, médicos, cocheiros, artistas, prostitutas, funcionários desonestos, soldados, nobres, cruzados, apostadores, mendigos etc... Pode se dizer que tem sido comum à toda sorte e condição humanas em todos os tempos e em todos os países da Terra, sempre que se tenha apresentado a possibilidade objetiva para tanto. É coisa do jardim de infância da história cultural a noção de essa idéia ingênua de capitalismo deva ser eliminada definitivamente. A ganância ilimitada de ganho não se identifica, nem de longe, com o capitalismo, e menos ainda com seu “espírito”. O capitalismo, pode eventualmente se identificar com a restrição, ou pelo menos com uma moderação racional desse impulso irracional. O capitalismo, porém identifica se com a busca do lucro, do lucro sempre renovado por meio da empresa permanente, capitalista e racional. Pois assim deve ser: numa ordem completamente capitalista da sociedade, uma empresa individual que não tirasse vantagem das oportunidades de obter lucros estaria condenada à extinção.


Abaixo lemos algumas considerações de Solano Portela – intelectual cristão – sobre capitalismo e uma de suas bases que foi a ética protestante – ou ética bíblica –, propagada, dentre outros, por João Calvino, o principal pensador e expoente da reforma protestante durante séculos:


Weber, Calvino e o estigma do capitalismo.

Há um tempo atrás, um pastor amigo meu abordou um colega dele que estava trabalhando em uma tese sobre Max Weber. Ele escreveu um e-mail em que dizia – “Poderia me ajudar dando-me umas observações resumidas sobre o livro de Max Weber em que ele ataca os Puritanos e a Calvino acusando-os de fundadores do capitalismo” [grifos meus]? Aquele pastor, disse ele, necessitava de subsídios, para dar respostas a alguns jovens que lançavam tão “grave acusação” contra os puritanos, tomando como base o trabalho do Weber.


Chamou-me a atenção a extensão da distorção de compreensão à qual nossas gerações têm sido submetidas. A visão socialista quase monolítica que tem imperado durante anos, leva inúmeras pessoas a considerarem como premissa básica – desnecessária de ser fundamentada – que o capitalismo é
inerentemente mal; culminando com a noção de que a simples associação com o sistema equivale a uma “acusação”, pois quem quer ser partidário “do mal”?


Sobre Max Weber (Maximilian Carl Emil Weber, 1864-1920)
muito tem sido escrito e não pretendo fazer uma análise de suas posições e teses. No entanto, o que quero pontuar é que Weber NÃO acusa. Ele simplesmente atribui a Calvino o desenvolvimento de uma sociedade próspera, capitalista, com mais oportunidade para o avanço individual do que as sociedades massificadoras socialistas, que destroem a individualidade humana. Os “paraísos” socialistas que foram implantados nesta terra, têm tido como resultado intrigante a socialização da pobreza. Ou seja, para Weber, capitalismo NÃO é palavrão.


Lógico que esta é uma visão de poucos, nos dias de hoje. A maioria, mesmo nos meios cristãos, sucumbiu à lavagem cerebral de que o ideário socialista é o que é encontrado e propagado na Palavra de Deus;
[1] que os princípios divinos de justiça são melhor atendidos quando o governo NÃO é capitalista. Vários jargões e slogans são desenvolvidos para atacar o capitalismo, inclusive o termo "capitalismo selvagem", para identificar qualquer manifestação capitalista de governo como perniciosa. A queda do modelo comunista abalou um pouco essas convicções, mas não muito - a maioria ainda "compra" a temática socialista a grosso e a varejo - basta ver, em eleições passadas, o discurso quase uniforme dos candidatos à presidência - totalmente semelhantes na demagogia das massas.


A Bíblia, não prescreve uma forma de governo definida, mas traz alguns princípios, como o direito à propriedade; a dignidade da individualidade, como inerentemente procedente de Deus; a assistência aos mais fracos e mais desprotegidos - colocando a responsabilidade disso muito mais nos indivíduos do que no governo; o respeito às autoridades constituídas; o dever dessas autoridades de serem promotoras dos princípios de justiça e verdade emanados de Deus e outorgados por ele.


Calvino nada mais fez do que colocar tais princípios em prática e ensinar aos cidadãos regras e limites de respeito mútuo, sem esquecer o cuidado e a solidariedade com os semelhantes (veja o
artigo de Augustus Nicodemus – O Ensino de Calvino Sobre a Responsabilidade Social Da Igreja, também disponível em livro, publicado
pela PES). Enquanto isso, ele encorajava o progresso individual, desmistificava o lucro como motivação e criava condições para o desenvolvimento pessoal. Tais ensinamentos eram incompatíveis com a servidão de uns sob outros, ainda que regras de respeito hierárquicas eram observadas.


Weber pegou este gancho e o colocou como a mola mestra do capitalismo. Se temos ojeriza ao capitalismo, saímos com a impressão de que Calvino está sendo "atacado". Se reconhecemos validade em um sistema de governo que - imperfeitamente e sempre sob a influência do pecado, é lógico - promove o avanço individual em vez da servidão a um estado impessoal, não consideramos isso insulto, mas até um "insight" válido ao estudo do calvinismo.


Obviamente, Weber não é teólogo e nem tenho muita certeza da profundidade de sua fé cristã, apesar da
afirmação de sua esposa (Marianne Weber) que ele “sempre preservou uma profunda reverência pelo Evangelho e pela religiosidade cristã genuína” [2]. Não se deve esperar dele total coerência ou precisão teológica. Temos um artigo importante sobre ele, escrito por Franklin Ferreira, na revista acadêmica Fides Reformata (v. 5, n. 2, p. 47-62, 2000), que até não lhe é tão favorável, assim. Mas acho pertinente esclarecer esses pontos, pois Weber, referindo-se aos puritanos como fundadores do capitalismo (seguindo Calvino), pretende elogiá-los. Realmente, eles entenderam que a Bíblia não era um tratado socialista e que a propriedade privada era legitimada por Deus (“não furtarás”...); enfatizando a ética e a recompensa do lucro ao trabalho, podem ser considerados como fundadores do capitalismo, mesmo; sem qualquer conotação pejorativa.


Solano Portela

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Link: http://tempora-mores.blogspot.com/2007/11/weber-calvino-e-estigma-do-capitalismo.html

[1]
Leia também o post: "Socialismo na Bíblia? Mitos e verdades", clicando aqui.

[2] Max Weber as "Christian Sociologist", William H. Swatos, Jr., Peter Kivisto, Journal for the Scientific Study of Religion, Vol. 30, No. 4 (Dec., 1991), p. 347.

Comunismo - História de uma ilusão




Este vídeo mostra o quão cruel foi a Rússia comunista de Lênin. Agradeçam a Deus por não vivermos em tempos parecidos.

quarta-feira, 29 de julho de 2009



Link para o blog da Rozangela Justino:
http://rozangelajustino.blogspot.com/


segunda-feira, 27 de julho de 2009

R. Stival replica

· Rafael, você debateria os pilares teóricos do código penal brasileiro com um estuprador que estivesse prestes a "seduzir" sua irmã ou sua mãe? Com assassinos não se debate teorias. É preciso resguardar o que é de seu apreço das formas mais imediatas possíveis. Mostra-se-lhe o crime que ele cometeu ou pretendia cometer e a pena que lhe é devida. Só. Os executores da pena que façam o resto. Fiz o que pude para defender o que eu amo.


Este não é apenas um "assunto". Vidas estão em jogo, meu caro. Este é um problema muito, mas muito sério. A igreja deveria tratar esses problemas como trataria um "swing" entre dois pastores e suas respectivas esposas. É tão grave que só vislumbro duas razões pelas quais eu não tenho medo de você: o cristão deve se gloriar na perseguição e não lhe foi dado poder suficiente. Mesmo a primeira razão sendo constante, eu teria temor se houvesse a segunda. O que um homem que absorve idéias maléficas fará quando tiver poder? Como eu já disse você apenas fornece poder.


· Então as mortes que os seguidores de Marx provocaram são contradições do capitalismo? Rafael, você está cego! Você está sendo enganado pelas pantomimas dos tais "pensadores" desse manicômio em que estudamos!


Que lógica é essa Rafael? Por acaso as mortes provocadas pelo surfe de trem estão também na conta das "contradições do capitalismo"? As mortes por deglutição de parafusos? Você está doente! Trate-se. Este é um sintoma claro de um distúrbio psicopatológico chamado "delírio de interpretação", descoberto e estudado pelo psiquiatra francês Paul Sérieux. Isso é comum entre os adeptos das ideologias revolucionárias. Confie em mim. Se você não sofrer deste mal, eu retiro tudo o que eu disse até agora e leio O Capital para conduzir minha vida de maneira correta. O material em português para o estudo do distúrbio é mínimo, mas me proponho a traduzir o que for necessário do inglês ou até do francês para te ajudar. Clicando aqui, aqui e aqui, lerá três artigos em português sobre o caso. O primeiro dá uma breve explicação do que pensava Sérieux, o segundo continua e o último artigo parece estar respondendo ao seu e-mail.

Posso também fazer contigo um estudo bíblico direcionado para o caso – com o auxílio de cristãos que têm um conhecimento mais profundo da Palavra – e assim te mostrar o quão absurdo é aquilo que você está defendendo. Mas há de considerar a Palavra de Deus como Verdade plena e imutável.


· O que afirmei de ti não foi um julgamento no sentido bíblico. Julgar, que no grego coinê é "κρίνω", está no sentido de decretar, determinar. Ou seja, algo que não tem mais volta, que será para sempre. Não foi nesse sentido que te acusei. Se Deus me resgatou desse lamaçal, porque não o fará contigo? Escrevi aquela carta com pesar, sabendo que, ao invés de a igreja estar unida contra aquilo que a aflige, com dois amantes da filosofia numa só peleja, ela está dividida, com um de nós defendendo uma coisa irreconciliável com o cristianismo. Eu a escrevi para o seu bem, assim como um pai chama o filho de drogado quando este não quer admitir que é.


· Não há como entrar em consenso comigo porque não há consenso entre Vida e morte, entre Verdade e mentira, entre Cristo e Belial. O que quero é te forçar a fazer uma escolha. Ou você pára de fazer apologia a Marx, Trotsky e Lênin ou você rejeita o sacrifício de Cristo. Não há como fazer os dois ao mesmo tempo. Escolher a Cristo não o impede de estudar as vidas e obras desses homens, que estão em amálgama. Não impede de ver o manicômio desde cima. Mas é preciso conhecer os outros pensadores que provaram que esses homens diziam e faziam loucuras. É preciso estudar dobrado. Mas o Mestre disse que o caminho é apertado.


· Se preza mesmo a minha amizade, se esforçará em acatar aquele pedido de se desculpar sinceramente a mim e aos cristãos perseguidos. Não é necessário que seja agora, pois é preciso que as desculpas sejam sinceras, bem pensadas.